domingo, 27 de fevereiro de 2011

(POLITICA) Garotinho em guerra no PR


Em defesa da filha, deputado federal mede forças com desafetos da mesma legenda Rio - Maior partido considerado de oposição na Assembleia Legislativa (Alerj), com nove deputados, o PR passa por uma crise que, além de política, tem contornos religiosos e familiares. Evangélico da Igreja Presbiteriana, o presidente da legenda, Anthony Garotinho — pai da deputada estadual Clarissa —, mede forças com Silas Malafaia, pastor da Igreja Vitória em Cristo, irmão de Samuel, que também está na Alerj.
Os problemas começaram ainda na eleição de 2010. Silas se queixou de que o irmão não tinha espaço na propaganda eleitoral, causando mal-estar no partido. Na época, Clarissa Garotinho ficou com a maior parte do tempo.
‘CRISE DE CRESCIMENTO’
Com as eleições, Anthony Garotinho foi o deputado federal mais votado do Rio, com 694 mil votos. Sua filha teve 118 mil. Ela, porém, não superou Samuel Malafaia, deputado estadual do PR mais votado nas eleições estaduais, com cerca de 130 mil votos. Os desentendimentos no PR continuaram com a eleição para a presidência da Assembleia. Apenas Clarissa votou contra Paulo Melo, enquanto os outros oito deputados votaram a favor do peemedebista. Samuel Malafaia, inclusive, compôs a chapa, com a vaga da 1ª suplência da Mesa Diretora. Samuel afirma que Garotinho pode perder bastante com o eleitor evangélico. “Ele se tornou evangélico há pouco tempo. Nós já somos há muito tempo. O deputado estadual Édino Fonseca, por exemplo, também é evangélico e integra o grupo que votou com Melo”, afirmou. Ele acredita, porém, que os desentendimentos no partido sejam desfeitos.
Secretário-geral do PR e homem de confiança de Garotinho, Fernando Peregrino diz que o aliado não está ameaçado de perder a confiança dos evangélicos. “Os evangélicos não votam em apenas um candidato. Essa é uma crise de crescimento do partido”.
Para cientista, político ainda é força dentro do partidoO cientista político Ricardo Ismael, da PUC-RJ, acredita que a recente crise do PR não seja sinônimo de enfraquecimento de Garotinho dentro do partido. De acordo com ele, o deputado federal ainda é a maior força da legenda, apesar de suas orientações não terem sido seguidas pelos deputados da Alerj.
“Ele, com certeza, é uma força dentro do PR, pois foi o deputado mais votado do Rio e levou com ele outros parlamentares”, afirmou o cientista político.
Ismael ainda ressalta que as eleições municipais de 2012 serão uma prova de fogo para Garotinho. “A pretensão dele é concorrer ao governo estadual em 2014. Por isso, precisará do apoio de muitos prefeitos na campanha”, analisa. A Informação é do O DIA, DA (RJNEWS)

(LIBERDADE ISLÃMICA) Protesto no EUA pede ao governo deixar de apoiar tiranos

Centenas de manifestantes se reuniram diante da Casa Branca em Washington para mostrar solidariedade com o povo do Oriente Médio, que estão tentando livrar-se de governantes autocráticos ou pressionar os líderes em apuros para realizar reformas profundas.

Com a contínua repressão contra os manifestantes na Líbia, Bahrein e Iêmen, os organizadores aqui sentir o seu importante agora, mais do que nunca a levantar a voz contra a violência do Estado. Os manifestantes também estão pedindo ao governo dos EUA a suspender o apoio a regimes despóticos e começar a apoiar o impulso para a mudança no Norte de África e do Oriente Médio. O governo Obama enviou diplomatas nos últimos dias para oferecer a garantia de monarcas e conselhos - mesmo aqueles que levam a maioria dos governos sufocante. Mas é manter sua distância presidentes autocráticos como eles lutam para manter o poder. Aqui em Washington, protestos em apoio dos levantes em todo o Oriente Médio e Norte da África têm ocorrido há mais de um mês agora e acredita-se continuar até que as exigências do povo sejam atendidas e grandes mudanças são feitas. DA (RJNEWS)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

(INCRÍVEL) Menino que atrai objetos como ímã chama atenção na Sérvia


Rio - Um menino de 7 anos de idade na Sérvia está atraindo a atenção mundo depois de sua família afirmam que ele é magnético.
Durante a reportagem foram colocados uma série de objetos no torax do memino, dentre ele uma pesada panela
O menino, chamado Bogdan, parece não se incomodar com a atenção - ele não se importar com uma variedade de talheres colados ao seu corpo. Em entrevista a rede de TV Americana MSNBC os pais do menino alegaram que ele é assim desde que nasceu. Eles dizem que os objetos ficam presos até que Bogdan removê-las manualmente.Estranhamente, não se trata apenas de metal que parece aderir no peito do jovem pratos e taças também ficam "colados" ao seu peito. A família do menino ainda relatou que o jovem não pode ficar perto de objetos eletrônicos pois seu magnetismo causa interferência. Para provar sua alegação, o garoto desfilou na frente de uma equipe de filmagem, com uma variedade de objetos presos no peito. O menino, chamado Bogdan, parece não se incomodar com a atenção - ele não se importar com uma variedade de talheres colados ao seu corpo. Em entrevista a rede de TV Americana MSNBC os pais do menino alegaram que ele é assim desde que nasceu. Eles dizem que os objetos ficam presos até que Bogdan removê-las manualmente.Estranhamente, não se trata apenas de metal que parece aderir no peito do jovem pratos e taças também ficam "colados" ao seu peito. A família do menino ainda relatou que o jovem não pode ficar perto de objetos eletrônicos pois seu magnetismo causa interferência.

A informação é do O DIA, (RJNEWS)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

(DEMOCRACIA ISLÃMICA) Brasileiros ilhados em país mergulhado na barbárie

Roberto está com os filhos, Bernardo e Marina, e a mulher, na cidade em que o conflito é mais violento Foto: Arquivo pessoal
Aviões são proibidos de chegar à Líbia para resgatar trabalhadores de empresas do Brasil Rio - O risco de guerra civil na Líbia é cada vez maior e ameaça cerca de 600 brasileiros que vivem no país norte-africano. Ontem, a revolta popular contra a ditadura de Muammar Khadafi chegou à capital, Trípoli. Há relatos de que militares teriam massacrado manifestantes com bombardeios aéreos. Na cidade de Benghazi, onde a situação é mais dramática, há 123 brasileiros. Entre eles, um carioca e sua família, isolados numa casa com cerca de 50 pessoas. Comida e água já começam a ficar escassas. Quase todo o grupo nesta cidade é de funcionários da construtora Queiroz Galvão. Até ontem à noite, o destino dos brasileiros permanecia incerto, uma vez que o governo fechou o espaço aéreo de Trípoli. Em toda a Líbia, os choques entre militares e manifestantes já teriam matado cerca de 400 pessoas. Corpos nas ruasOntem, a emissora de TV ‘Al Jazeera’ mostrou imagens de ruas de Benghazi, com corpos carbonizados, baleados, mutilados e esquartejados. É lá que está o biólogo carioca Roberto Roche Moreira, 52 anos, que há dois anos participa de obras de infraestrutura pela Queiroz Galvão no local. Com ele estão a mulher, Débora Kloeppel, e os filhos Bernardo, 5, e Marina, 16.Segundo a jornalista Mariana Moreira, 27, filha de Roberto que está no Brasil, o grupo foi levado domingo para esta casa, na expectativa de embarcar para Trípoli. “Mas eles não conseguem sair porque as ruas estão tomadas de manifestantes, alguns armados de pedras e paus”, diz Mariana.A Queiroz Galvão chegou a fretar voo para ir a Trípoli e, depois, voltar ao Brasil com os funcionários, mas militares que controlam o aeroporto não permitiram o resgate. Com dificuldades de contatar parentes — a Internet não funciona e os celulares só recebem ligação —, familiares no Brasil estão desesperados e pedem agilidade ao governo brasileiro.O Ministério das Relações Exteriores afirmou que o embaixador do Brasil em Trípoli, George Ney de Souza, pediu ao governo líbio que autorize a aeronave fretada a fazer o resgate. Ainda não há planos para que seja enviado avião da FAB, como pedem alguns dos brasileiros na Líbia.Renúncias em sérieO ministro da Justiça líbio, Mustafa Mohamed Abud Al Jeleil, e diplomatas no exterior renunciaram aos cargos devido ao uso excessivo de violência contra manifestantes. Militares na fronteira com o Egito estariam desertando e indo para o país vizinho, em que a ditadura de Hosni Mubarak foi derrubada há pouco mais de uma semana. Dois militares teriam fugido para Malta com seus caças por se recusarem a combater os protestos. Prédios do governo e da TV estatal foram incendiados. Coalizão de líderes muçulmanos líbios declarou que é “obrigação de todo muçulmano se rebelar contra o governo”. DO (ODIA)
Com Agências Internacionais, (RJNEWS)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

(DESFILE AMEAÇADO) Incendio criminoso? Barracões das grandes escola de samba do Rio em chamas!

Imagens feitas na manhã desta segunda-feira (7), pelo Globocop, mostram um incêndio na Cidade do Samba, na Gamboa, na Zona Portuária do Rio. Há muita fumaça no local.

O Corpo de Bombeiros informou que quinze carros e 70 homens foram enviados ao local. As chamas ainda não foram controladas.
Ainda não informações sobre feridos.
Imagens mostram que os barracões atingidos são o Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), da Portela, da União da Ilha do Governador e da Grande Rio. Procurada pelo G1, a assessoria da Liesa não confirma que o barracão tenha sido atingido e informou que, pelas imagens, é possível verificar que o fogo chegou à parte alta dos barracões, onde ficam os ateliês de fantasia.
O diretor de carnaval da União da Ilha, Márcio André, explica que 90% das alegorias já estavam prontas para o desfile deste ano. Segundo ele, ainda não há registro de feridos.
Segundo a assessoria da prefeitura, Eduardo Paes está acompanhando o trabalho dos bombeiros e, assim que o fogo for controlado, ele pretende ir ao local.

A CET-Rio informou que a Rua Arlindo Rodrigues, que fica próxima à região, foi interditada. No Santos Dumont, a Infraero diz que a movimentação de aeronaves é normal. DA (RJNEWS)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

(A TRAGÉDIA SE REPETE) Chuva arrasa região serrana do Rio e deixa ao menos 335 mortos

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Cidades da região serrana do Rio de Janeiro foram devastadas por fortes chuvas que caíram entre terça e quarta-feira, soterrando pessoas dentro de casa e transformando ruas em rios de lama e entulho. Ao menos 257 pessoas morreram em três municípios, segundo autoridades locais.


Pela imagem do Satélite, nóta-se nuvens pesadas sobre o Rio de Janeiro
Em Teresópolis, a cidade mais afetada, 130 pessoas morreram vítimas da tragédia. O município de Nova Friburgo também sofreu graves consequência com as fortes chuvas, com 107 mortes confirmadas, incluindo integrantes de uma equipe do Corpo de Bombeiros. Em Petrópolis, outras 20 pessoas também morreram.

A presidente Dilma Rousseff, que na quinta-feira fará um sobrevoo de helicóptero pela região, assinou uma medida provisória nesta quarta liberando 780 milhões de reais para a reconstrução das cidades atingidas.

Imagens de TV mostraram ruas tomadas pela água, carros e ônibus submersos, e várias casas soterradas pela lama que desmoronou de encostas nas cidades da região.

"É um estado de calamidade, é a maior catástrofe da história do município", lamentou o prefeito de Teresópolis, Jorge Mário, em entrevista à TV.

Um dos locais mais atingidos na cidade foi o bairro do Caleme, região humilde afastada do centro, onde uma represa da Cedae transbordou e provocou o soterramento de várias residências localizadas em encostas, disse uma testemunha à Reuters.

A casa do motorista Antônio Venâncio, de 53 anos, permaneceu de pé, mas foi invadida por água e lama. Ninguém da família ficou ferido, mas moradores vizinhos não tiveram a mesma sorte.

"Eu mesmo passei por seis corpos na minha rua. É uma tragédia enorme, o povo não sabe o que fazer diante de uma coisa horrível dessa", contou por telefone à Reuters. Depois da chuva que castigou o município durante toda a noite, o sol apareceu no início da tarde desta quarta, mas todo o comércio do centro permaneceu fechado. O clima na cidade era de luto, de acordo com outra moradora.


"Está tudo fechado, as pessoas não conseguiram chegar para trabalhar. A cidade está completamente abatida e triste com isso que está acontecendo", contou a dona-de-casa Janayna Sofia.
O governador Sérgio Cabral solicitou à Marinha que aeronaves fossem disponibilizadas para deslocamento de tropas e equipamentos para a região, uma vez que a principal estrada de acesso a Teresópolis ficou interrompida por diversas quedas de barreiras.

A forte chuva começou na noite de terça-feira e, de acordo com os bombeiros, choveu nas últimas horas na região serrana o equivalente ao previsto para um mês inteiro.

BOMBEIROS SOTERRADOS

Em Nova Friburgo, um prédio de três andares desabou e matou uma criança, um idoso e um bebê. Uma equipe do Corpo de Bombeiros também foi soterrada quando tentava realizar um salvamento.

"Infelizmente temos três bombeiros entre as vítima. Choveu muito forte e a situação está intensa", disse o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Pedro Machado. Há ainda um quarto bombeiro desaparecido.

Muitas pessoas ficaram ilhadas nas cidades devido ao alto nível das águas que cobriram ruas e avenidas. Vários bairros estão sem luz e telefone.
"A situação aqui em Friburgo é caótica. As pessoas estão sem poder se locomover. Está terrível, o Rio Bengala transbordou e várias pontes desabaram", disse um bombeiro da cidade à Reuters, que pediu para não ser identificado.  O vice-governador, Luiz Fernando Pezão, foi à região serrana para prestar apoio e solidariedade aos moradores. Ele sobrevoou as cidades para acompanhar de perto os estragos provocados pela chuva.


"O quadro é triste e desesperador", avaliou.
As mortes no Rio acontecem um dia depois de fortes chuvas atingirem o Estado de São Paulo, deixando ao menos 13 mortos.
As chuvas no Sudeste já prejudicam a região desde meados de outubro do ano passado, com alto índice de mortos e feridos, principalmente em dezembro. Minas Gerais registrou 16 mortes em decorrência das chuvas desde novembro, enquanto o Espírito Santo divulgou cinco mortes, segundo as Defesas Civis Estaduais.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

(VIOLÊNCIA URBANA)Tráfico volta ao Complexo do Alemão, diz Exército

Após assassinatos por supostas represálias à ocupação, documento da inteligência aponta retorno de criminosos à comunidade                                                                                                                            A Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga pelo menos dois assassinatos que seriam represálias do tráfico de drogas na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, na zona norte, mesmo após a ocupação do conjunto de favelas pela Força de Pacificação, composta por paraquedistas do Exército e por policiais militares. Documentos confidenciais do Centro de Inteligência do Exército (CIE) também apontam que o tráfico de drogas voltou ao Complexo do Alemão.


A forma de atuação dos traficantes mudou, mas na Favela da Galinha um relatório aponta que homens armados mantêm uma boca de fumo itinerante. Para evitar prisões, o tráfico conta com alguns mototaxistas, que trabalham como olheiros. O documento do Exército aponta que em algumas bocas o usuário tem de dizer a senha ("onde estão os amigos?") para comprar entorpecentes.

As mortes dos dois moradores na Vila Cruzeiro, um baleado e outro a pauladas, também estão sendo investigadas pela polícia. "A parte baixa está ótima, mas na parte alta da favela alguns moradores contaram que houve cobrança do tráfico", disse um morador da Vila Cruzeiro.

Os relatórios do Exército mostram que o tráfico voltou em várias localidades do conjunto de favelas. Um informe aponta que uma boca de fumo funciona atrás do depósito de uma loja na localidade conhecida como Skol, na Favela da Fazendinha. Na mesma favela, nas localidades conhecidas como "Casinhas" e "Campo do Seu Zé", os traficantes também instalaram bocas de fumo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.A informação e da AG. ESTADO, DA (RJNEWS)

domingo, 9 de janeiro de 2011

(QUEIMA DE ARQUIVO) Testemunha-chave de investigação executada

Comerciante fuzilado em São Cristóvão, dia 29, era peça importante em inquérito que apura fraudes de R$ 23 milhões em licitações feitas pela prefeitura de Magé                               “Será investigada a possível relação da morte com as investigações realizadas”, afirma o subprocurador do MP, Antônio José Campos Moreira.


Rio - Peça-chave na investigação do Ministério Público Estadual estadual sobre fraudes em dois contratos, que somam mais de R$ 23 milhões, de duas empresas com a Prefeitura de Magé, na Baixada Fluminense, o comerciante Yacemir de Oliveira Fernandes, 34 anos, conhecido como Branco e Fernandes, foi executado dia 29 com tiro de fuzil, em São Cristóvão.


Para fechar o cerco aos assassinos, a Subprocuradoria-Geral de Justiça de Atribuição Originária Institucional e Judicial, do MP, envia amanhã os documentos sobre as investigações à Promotoria de Investigação Penal (PIP), que atua com a Divisão de Homicídios (DH) na apuração do assassinato.

O suposto esquema de corrupção na prefeitura começou a ser revelado por Yacemir e outras testemunhas ao MP em novembro. Em depoimento, ele revelou o medo de ser morto e contou que um dos investigados pela fraude havia dito que ele ‘iria virar defunto’. Mesmo assim, Yacemir não aceitou ser incluído no programa de proteção à testemunha, como foi proposto na ocasião pelo MP.

De acordo com os depoimentos de Yacemir e outras testemunhas, o empresário Fábio Figueiredo Morais, dono das empresas FFM Terra Locadora de Veículo Ltda e JM Terra Ltda, operaria na prefeitura em parceria com Anderson Cozzolino, irmão da prefeita Núbia Cozzolino, afastada do cargo por ordem judicial em setembro de 2009. Ela foi substituída por seu vice, Rozan Gomes, que pediu licença do cargo por 120 dias.

Atualmente, o comando da prefeitura está com Dinho Cozzolino (PMDB), que era presidente da Câmara de Vereadores. Em 2009, a FFM Terra Locadora de Veículos, que tem capital de R$ 100 mil, assinou contrato para fornecimento de máquinas por R$ 22,3 milhões durante um ano. Segundo as denúncias, a empresa não enviava o número de equipamentos contratados e não possuía o maquinário acordado em contrato.

Em 2010, a JM Terra foi contratada por R$ 917 mil, por só quatro meses, para pavimentar ruas em Magé. Porém, o serviço já havia sido executado em 2008, como consta nos procedimentos investigados, o que caracterizaria fraude. Segundo a DH, que apura a morte de Yacemir, ele já esteve preso.

Investigados por seis crimes

O prefeito licenciado de Magé, Rozan Gomes, o atual Anderson Cozzolino e o empresário Fábio Figueiredo Moraes são investigados por fraude em licitação, peculato, ameaça, constrangimento ilegal, formação de quadrilha e ameaça às testemunhas pelo Ministério Público do Estado. No depoimento prestado ao MP por Yacemir de Oliveira Fernandes, o Branco ou Fernandes, em 19 de novembro, ele informou que Fábio teria dito a um conhecido dele que ‘já havia passado da hora’.

No mesmo depoimento, Yacemir alegou ainda que ‘temia por sua vida e de sua família’, assim como pela segurança das outras testemunhas que estavam colaborando com as investigações do MP. No documento, ele afirmou ainda ter recebido informações de que Rozan havia dito que a morte dele já estava programada.

Novos depoimentos

A partir desta semana, novos depoimentos serão tomados na investigação sobre fraudes em licitações na prefeitura de Magé, pelo Ministério Público. Desde 2008, a administração municipal, na época comandada pela prefeita Núbia Cozzolino, enfrenta escândalos de corrupção.
Na ocasião, foi deflagrada a operação ‘Uniforme Fantasma’. Quatro quadrilhas foram acusadas de fraudar licitações em 6 prefeituras do Rio, em esquema de ONGs, entre elas a de Magé. O grupo era acusado de desviar R$ 100 milhões.

Dois integrantes da família Cozzolino, os irmãos Charles, ex-prefeito de Magé; e Núcia, secretária de Fazenda, tiveram prisão decretada. A então prefeita Núbia Cozzolino (PMDB) e o prefeito de Aperibé, Paulo Fernando Dias (PMDB), viraram alvos da investigação, suspeitos de receber propina de R$ 100 mil.A informação e do O DIA, DA (RJNEWS)

(O BICHO VAI TE PEGAR) Bope vai comprar tanque que derrubará qualquer obstáculo

Novo comandante promete trator-esteira que facilitará ocupações policiais nas favelas




Rio - Quando os blindados da Marinha passaram facilmente sobre as barricadas levantadas pelo tráfico na histórica ocupação dos complexos da Penha e do Alemão, em novembro, o novo comandante do Bope vislumbrou o que seria um dos maiores avanços nas futuras ações do batalhão. Foi a partir da bem-sucedida ocupação que o tenente-coronel René Alonso criou a Unidade de Engenharia de Demolição. O novo núcleo vai adquirir o primeiro ‘tanque de guerra’ da tropa de elite da PM: um trator-esteira capaz de passar sobre qualquer obstáculo como se fossem folhas de papel.


A novidade, que lembra os modelos usados pela Marinha, está sendo comemorada pelo comandante, já que vai permitir a entrada dos ‘caveiras’ em qualquer tipo de terreno, seja qual for a barreira que estiver à frente. Na cabine, que será blindada, um policial especializado em operar máquinas pesadas vai comandar a entrada da nova arma de guerra do Bope. No lugar de pneus, esteiras em formato triangular vão facilitar a movimentação do veículo.


“A cada operação, vemos que os criminosos constroem obstáculos diferentes. Os desafios são cada vez maiores. Então, vamos adquirir mais um trator, mas esse com capacidade maior, que tem uma esteira no lugar de pneus. Aquele da Marinha é carro de combate. Estamos optando por esse tipo, mas em formato de trator, que está em fase de aquisição. Vamos mostrar aos criminosos que não há engenharia que eles criem que impeça o processo de ocupação”, afirmou Alonso.

O novo núcleo, de Demolição, será responsável pelas mais importantes ações no processo de ocupação: a montagem dos contêineres que são as bases operacionais do Bope, a demolição e retirada de obstáculos. Para isso, a unidade vai operar com os ‘Transformers’ da frota do batalhão, que são as retroescavadeiras e tratores. Também serão adquiridos veículos menores, com maçaricos e britadeiras, além de mais um caminhão-prancha para o transporte das barreiras retiradas das favelas. A Unidade de Engenharia de Demolição também contará com policiais selecionados, que possuem conhecimento amplo em operações e são treinados para utilizar explosivos e operar esse tipo de máquina.

No planejamento do novo ‘01’ da tropa de elite para este ano, o principal foco será na instrução dos policiais. Os investimentos vão desde o aumento do número de cursos de formação — para dobrar o efetivo para 800 homens — até a ampliação do nível de especialização.

FOCO NA INSTRUÇÃO

Até o fim do ano, o tenente-coronel René pretende realizar 4 Cursos de Ações Táticas (CAT), dois a mais que nos anos anteriores, e formar, em média, 68 novos policiais por ano. Já os ‘caveiras’ dos núcleos especiais do Bope, como atiradores de elite, negociadores e de intervenções táticas, também vão voltar às salas de aulas.“Nosso grande desafio é a manutenção do conhecimento. Vamos incrementar os cursos de montanha, mergulho, intervenção tática, negociação e dos atiradores”, disse.

R$ 30 milhões para investir

O pacote de investimentos do Bope para os grandes eventos foi orçado em R$ 30 milhões e inclui, além da aquisição de novos veículos, a compra de armamento. Fuzis, com calibres e precisão maiores, e metralhadoras já serão empregados nas ações da unidade este ano. A lista ainda inclui novos modelos de coletes à prova de balas, além de tecnologia para análise e envio de dados em tempo real, durante ações.Com informação do O DIA, DO (RJNEWS)

domingo, 26 de dezembro de 2010

(TRAGÉDIA NO RIO) Incêndio mata garoto de oito anos em favela na zona norte do Rio

Bombeiros não descartam que fogo tenha sido provocado pela vítima; duas crianças conseguiram escapar                                                                                                                                              RIO- Um menino de seis anos morreu no início da tarde deste domingo, 26, em um incêndio que destruiu parte de um sobrado na Favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio.


Arlei Medeiros brincava em casa quando o fogo começou e não conseguiu escapar. Dois meninos de 4 e 12 anos, que também estavam no sobrado, conseguiram deixar o local sem ferimentos e foram atendidos pelo Corpo de Bombeiros.

O incêndio foi controlado rapidamente, mas destruiu pelo menos dois cômodos da casa e danificou parte de um imóvel vizinho.

Bombeiros não descartam a possibilidade de que o fogo tenha sido provocado por Arlei. Uma perícia será feita para determinar as causas do incidente.Com informação da A.E, DA (RJNEWS)

Enquanto autoridades cuidam do complexo do Alemão, Central do Brasil fica abandonada

MORADORES DE RUA DO TERMINAL AMÉRICO FONTENELLE
Um dos maiores terminais de trens do brasil e cartão postal do Rio sofre com o abandono, a denúncia partiu do JORNAL O DIA , um dos veiculos de comunicação de maior credibilidade do Estado do Rio de Janeiro.                                                                                                                     Em terminal no Centro do Rio faltam limpeza e segurança e sobram moradores de rua                                                                                                                                                         Rio - Um dos mais importantes meios de ligação entre o Centro do Rio, a Zona Oeste e a Baixada Fluminense, o Terminal Rodoviário Coronel Américo Fontenelle é uma central de problemas. As principais queixas dos usuários — como o fisioterapeuta Nelson Oliveira Brandão, 37 anos, que mandou e-mail para a seção Conexão Leitor de O DIA — são a grande quantidade de lixo, o mau cheiro e a significativa presença de moradores de rua.




“A limpeza do terminal é péssima. Há pouquíssimas lixeiras. Além disso, a qualquer hora que você passe por lá vai sentir cheiro de urina”, afirmou Nelson. Marilene do Carmo, 42 anos, concorda: “Nunca vi ninguém limpando as lixeiras. Além disso, tem muito morador de rua dormindo perto dos pontos.”



Outro problema é a falta de policiamento no local, que assusta usuários, como o atendente de loja Cleiton dos Santos, 21 anos. “Eu evito pegar ônibus no terminal depois das 22h. A partir desse horário, o movimento de pessoas diminui e fica muito perigoso”, explicou. “Tem muito morador de rua que fica dormindo aqui. Eles abordam a gente, e eu fico com medo, porque não sei como eles vão reagir. Sem contar que não se vê uma viatura da polícia aqui à noite.”



Para a empregada doméstica Carla Rodrigues, 26 anos, o que mais incomoda é a falta de espaço para os pedestres na calçada onde ficava o camelódromo, que pegou fogo em abril desse ano, próximo ao terminal. “Desde o incêndio, os camelôs ocupam boa parte do espaço. A gente tem que passar pelo meio dos carros para poder chegar até a rodoviária”, contou.



Segundo a Companhia de Desenvolvimento Rodoviário e Terminais do Estado do Rio de Janeiro (Coderte), que administra o terminal, três equipes fazem a limpeza do local, mas o grande fluxo de pessoas “pode gerar alguns problemas que serão solucionados”. A Coderte também explicou que, em janeiro, será feita a licitação para privatizar o terminal, quando outra empresa assumirá a administração do local. A nova administradora irá se responsabilizar pela obra de reforma do Américo Fontenelle, que irá anexar a área onde ficava o camelódromo.



A Polícia Militar afirmou que próximo ao local há uma cabine de policiamento 24h. Já a Secretaria Municipal de Assistência Social explicou que irá intensificar as abordagens aos moradores de rua no local.                   A matéria é do O DIA, DO (RJNEWS)

domingo, 28 de novembro de 2010

(GUERRA AO TRÁFICO NO RIO) A Policia ocupa o ponto mais alto do complexo do Alemão

Autoridades afirmam que o Complexo está tomado.



Autoridades que atuam na ocupação do Complexo do Alemão afirmam que o conjunto de favelas está tomado. Muitos policiais invadiram casas a procura de criminosos. Agentes avançam rapidamente pela comunidade.

E neste momento acaba de chegar alguns detidos pela policia, ha a suspeita que um dos detidos seja um dos chefes do tráfico no complexo do ALEMÃO.DA (RJNEWS)

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

(OPERAÇÃO DE GUERRA NO RIO) Terroristas fogem por estrada de Chão da vila Cruzeiro

Diacordo com imagens da tv Globo, os terroristas parecem fugirem rumo ao outro lado onde fica o complexo do alemão, varias motos em um vai e vem, sempre apanhando garupa, e todos carregando mochilas e fortemente armados, pelas imagens parece haver um desespero para sair da vila Cruzeiro, em dado momento as 15:00 horas pareçe haver disparos, e alguns dos fugitivos caírem, e serem carregados pelos comparsas.                                                                                              E uma picape preta ajuda na fuga, passa com dezenas de terroristas sobre sua carroceria. Acredito que em fuga estaria cerca de 200 terroristas todos fortemente armados. Se realmente a policia quiser prender estes terroristas é só  fazer um cerco por estas rotas de fuga, pelas imagens podem sim subir carros e para os carros de combate da marinha isso pode ser fácil. Basta as autoridades  querer fazer as prisões!

DA (RJNEWS)

( TERRORISMO NO RIO DE JANEIRO ) O Rio de Janeiro pede reforço da Marinha de guerra para sufocar TERRORISTAS!

Veículos da Marinha foram pedidos pelo Governador Sérgio Cabral para o combate os Terroristas  no complexo do alemão.


Os veículos foram enviados pelas Forças Armadas. O reforço foi pedido por Sérgio Cabral. Segundo o governador, o suporte vai ajudar na logística das operações e não diretamente no combate à essas ações violentas no Rio.

Bandidos atravessam caminhões e fazem barricadas para impedir entrada da PM na Vila Cruzeiro

RIO ESTA SOB ATAQUE TERRORISTA, NÂO COMO NO ORIENTE MÉDIO, E SIM POR FACÇÕES DE TRAFICANTES DE DROGAS QUE MONTARAM SEU QG NO COMPLEXO DO ALEMÃO

Rio - Na tentativa de impedir a entrada de policiais militares, traficantes do Complexo da Penha roubaram e incendiaram caminhões na manhã desta quinta-feira. Moradores informaram que os bandidos passaram toda a noite e madrugada instalando barricadas, fundos falsos e barreiras nas vielas da comunidade.




Moradores também informaram a presença de diversos corpos na localidade conhecida como Criança Esperança. Mais cedo, policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) estiveram no quartel dos fuzileiros navais na Rio Petropolis, onde ficou acertado que a Marinha auxiliaria os PMs na retomada do território das favelas do Complexo da Penha.


Por determinação da Secretaria de Segurança Pública e do comando da Polícia Militar, o Bope retornou à Vila Cruzeiro para localizar e prender bandidos responsáveis pelos ataques a veículos em diversos pontos do Rio. Os policiais estão tendo o auxílio de blindados M113 da Marinha. Os veículos têm capacidade para 12 pessoas e serão responsáveis pelo transporte das tropas para dentro da Vila Cruzeiro.

A Avenida Brás de Pina está fechada ao tráfego de veículos e será o local de embarque das tropas. Na tentativa de impedir a chegada de policiais à Vila Cruzeiro, bandidos colocaram fogo em um carro no início do viaduto Lobo Jr, entrocamento com Avenida Brasil, na Penha.

O Hospital Getúlio Vargas, também na Penha, já recebeu reforço de médicos e será transformado em uma espécie de hospital de campanha. A instalação receberá todos os feridos do iminente confronto que será deflagrado na Vila Cruzeiro.




Ataques começaram no domingo ao meio-dia



A onda de ataques violentos no Rio e Grande Rio começou no último domingo, por volta do meio-dia, na Linha Vermelha, quando seis bandidos armados com cinco fuzis e uma granada fecharam a pista sentido Centro, altura de Vigário Geral. Os criminosos, em dois carros, levaram pertences de passageiros e queimaram dois veículos, após expulsarem os ocupantes. Para o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, as ações criminosas são uma reação contra a política de ocupação de territórios do tráfico, por meio das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e a transferências de bandidos para presídios federais em outros estados.

Na manhã desta segunda-feira, cinco bandidos armados atacaram motoristas no Trevo das Margaridas, próximo à Avenida Brasil, em Irajá, também na Zona Norte. Os criminosos roubaram e incendiaram três veículos - uma van de passageiros que fazia o trajeto de Belford Roxo para o Centro -, além de um Monza e um Uno. Também na segunda pela manhã, criminosos armados com fuzis atiraram em uma cabine da PM na rua Monsenhor Félix, em frente ao Cemitério de Irajá. A PM acredita que o incidente tenha sido provocado pelos mesmos bandidos que haviam incendiado os três carros no Trevo das Margaridas. À noite, criminosos incendiaram dois carros na Rodovia Presidente Dutra, sentido Capital, na altura da Pavuna. Foi o quinto ataque a motoristas em menos de 48 horas. Na Zona Norte, uma cabine da Polícia Militar (PM) foi metralhada próximo ao shopping Nova América, em Del Castilho.


No dia seguinte, as polícias Militar e Civil se uniram para reforçar o patrulhamento pelas ruas do Rio. O efetivo foi redobrado para controlar os ataques dos bandidos. A operação se chamou 'Fecha Quartel'. Mais de 20 favelas foram invadidas. Armas e drogas foram apreendidas. Bandidos foram presos e alguns mortos em confronto com agentes.




Novos ataques nesta quarta-feira: ônibus, van e carros são incendiados na Zona Norte do Rio, Baixada Fluminense e Niterói. Sérgio Cabral, governador do Rio, desafia os bandidos: 'Não há paz falsa. Não negociamos'.
 Com informação da Globonews , O Dia, DA (RJNEWS)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

(VIOLÊNCIA URBANA) Os Arrastões no Rio continuam !!

Para enfrentar a nova onda de ataques no Rio, o governo do Estado determinou que o esquema especial de policiamento do fim do ano fosse antecipado. Escalas de policiais foram reduzidas para aumentar o efetivo do patrulhamento nas ruas e o policiamento das vias passará a contar com 140 motos.






 Ontem, além dos veículos incendiados na zona norte, bandidos metralharam cabine da PM


O comandante-geral da Polícia Militar, Mário Sérgio Duarte, ligou para os comandantes dos batalhões das áreas atingidas pelas ações dos criminosos e determinou o aumento do policiamento. Ele disse que a PM voltará a operar nas favelas dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho (CV). "Vamos operar de forma pontual nas favelas para localizar os criminosos que estão realizando essa ação", afirmou Duarte.



No Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro, na zona norte, os principais refúgios dos traficantes do CV, porém, a polícia não faz operações de busca a traficantes desde janeiro de 2008, quando foram anunciadas obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) no local.



A polícia atribui os ataques criminosos no Rio à insatisfação de traficantes do Comando Vermelho com as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) nas favelas e com a transferência de chefes do tráfico para o presídio federal de Catanduvas (PR).



Ontem, cinco homens atearam fogo a uma perua e dois carros, em Irajá, na zona norte, e metralharam uma cabine da Polícia Militar. Não houve feridos. À noite, novos ataques foram registrados. Dois carros foram incendiados às 22h, na Rodovia Presidente Dutra, na zona norte. Na Avenida Dom Helder Câmara, próximo à Linha Amarela (que liga a zona norte à zona oeste), criminosos atiraram contra uma cabine da PM. Até o fim da noite de ontem, não havia informações sobre feridos. No domingo, na Linha Vermelha, seis homens incendiaram dois carros e atiraram contra um veículo da Aeronáutica. Não houve feridos.



Em Brasília, o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, disse ontem que o governo do Estado prepara a transferência de mais líderes do tráfico para presídios federais. Ele confirmou que a secretaria fará novas ações nos morros. "Vamos retomar a entrada nos morros em busca dos autores dos ataques. Também vamos levar mais presos para presídios federais." "Vamos continuar pacificando, porque ainda há comunidades que servem de fortaleza para o crime", disse o governador Sérgio Cabral Filho.
Pânico em Irajá




Na manhã desta segunda-feira, cinco bandidos armados atacaram motoristas no Trevo das Margaridas, próximo à Avenida Brasil, na altura de Irajá, Zona Norte do Rio. Os criminosos roubaram e incendiaram três veículos - uma van de passageiros que fazia o trajeto de Belford Roxo para o Centro -, além de um Monza e uma Uno.


Também em Irajá, uma cabine da PM foi atingida por um tiro de fuzil disparado por criminosos. A PM acredita que o ataque tenha sido de autoria do mesmo grupo que colocou fogo nos veículos no Trevo das Margaridas. Com informa~çoes da Ag. Estado e do  O DIA, DA (RJNEWS)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

(CRÔNICA POLICIAL) Suspeito para Sempre

Dia desses, era tomado o depoimento de uma mulher em um inquérito policial. Um caso clássico de “saidinha de banco”, no qual os criminosos seguem a vítima que retira dinheiro em instituição financeira, para assaltá-la. Muito, muito comum aqui na Cidade Maravilhosa, frequentemente com vítimas fatais.


Dessa vez, porém, os bandidos se deram mal. Um policial de folga presenciou o roubo, e, percebendo que o criminoso iria atirar contra a vítima, que resistia a entregar o dinheiro, interveio, quase sendo baleado, mas conseguiu reagir e ferir um dos assaltantes. O outro assaltante largou para trás seu parceiro de crime, e conseguiu fugir.

Para a sorte do assaltante ferido, como o crime estava sendo cometido em uma rua muito movimentada, passava uma ambulância, que o levou para o hospital… onde, para a sorte dos cidadãos de bem, acabou morrendo.

A testemunha que prestava declarações era esposa do criminoso morto. Este fato aconteceu há alguns meses atrás, mas como ela havia se mudado para outro município, só agora era ouvida. Revelou que, à época da ocorrência, ficara indignada, pois no hospital, o policial militar de plantão lhe dissera que, com certeza, pela localização dos tiros, o bandido havia sido executado. Lá ela conseguiu o nome do policial civil que tinha ido até o hospital.

Em casa, procurou na internet o nome deste policial, e viu notícias de uns 6 anos atrás, sobre a morte suspeita de alguns traficantes em uma determinada favela. Diversos policiais estavam sendo acusados de executar barbaramente dois homens que já estavam detidos.

A esposa do assaltante neste momento já pensava em procurar o Ministério Público e associações de direitos humanos. Ora, o policial que atirou em seu marido era um “matador perigosíssimo e bárbaro”, segundo os jornais, e no hospital, outro policial lhe garantiu que ele foi executado. Se viu tentada a levar o caso para a imprensa, denunciar a suposta execução sumária. Mas ficou com medo, e desistiu. Seu filho, ainda criança, jurou que iria se tornar Delegado de Polícia e um dia prenderia esse policial, queria olhar no olho dele, chamá-lo de assassino, se vingar fazendo o certo. A sogra, que também compareceu na delegacia, revelou que rezara para que todo mal abatesse o policial e sua família, fez despacho e tudo.

Contada a historinha, vamos aos fatos: O policial, cujo nome ela conseguiu no hospital, não tem nada a ver com a reação ao roubo que fora praticado. Este policial apenas foi mandado para o hospital para tomar conta do bandido ferido, já que, se ele ficasse vivo, deveria ser preso em flagrante por roubo. Azar desse policial, que anos atrás havia sido acusado injustamente da morte daqueles traficantes, e, só por isso, já fora visto imediatamente como “matador” pela nossa testemunha. Uma coisa levava a outra.

Porém, o que as buscas feita pela testemunha na internet não revelaram, foi que esse policial, apesar de ter sofrido muito na época, quase perdendo o emprego, foi inocentado pela Justiça, provando que agiu corretamente e dentro da lei. O clamor popular gerado pela imprensa, e sua exploração sensacionalista não foi mais forte que as provas da verdade. Mas se você fizer buscas procurando o desfecho do caso, nada vai encontrar. Dezenas de reportagens acusando o policial, com fotos e entrevistas do secretário de segurança da época humilhando o servidor; a corregedoria declarando que o servidor seria demitido. E nenhuma reportagem comentando que depois o policial foi inocentado, restaurando sua moral, revelando que ele era inocente de todas aquelas acusações.

Veja só, após tanto tempo, por um conjunto de fatores sem conexão, este policial poderia se ver novamente nas capas dos jornais, sua vida vasculhada, sua moral achincalhada. Tudo porque, na exploração midiática, não há regras. Acusa-se, condena-se e fim de papo; igual fazem os traficantes nas favelas. Não importa se o cara era inocente na verdade, quem tinha que se promover já o fez, quem tinha que ganhar dinheiro já ganhou, e ponto final.

Hoje, nossa testemunha já recolocou os pés no chão. Quando dissemos que o policial amaldiçoado por eles por um bom tempo, não foi o que atirou contra o ladrão, ela ficou chocada. Hoje reconhece que seu marido era criminoso, e que buscou a própria morte no afã de manter seu vício em drogas e ganhar dinheiro fácil, na vida do crime. Percebeu que era o marido bandido quem a mantinha numa vida miserável, e agora, sem ele, finalmente ela tem uma vida digna conquistada com seu trabalho. E seu filho quer ser policial. Agora, só resta torcer para que as maldições e pragas feitas contra o policial que entrou de bucha na estória, não tenham dado certo…

Texto tirado do Portal da PMERJ, DA (RJNEWS)

(VIOLÊNCIA URBANA) É preso no Rio suspeito de matar mulher e esconder corpo em geladeira

Policiais do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) prenderam, nesta segunda-feira (15), um homem suspeito de matar uma aposentada de 76 anos e esconder o corpo dentro de uma geladeira, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. As informações foram confirmadas pela Polícia Militar. Segundo a PM, o suspeito confessou o crime.


Polícia foi chamada por vizinhos de idosa achada


morta dentro na geladeira (Foto: Arquivo G1)
O corpo da idosa foi encontrado na quinta-feira (11). Segundo a PM, o suspeito foi preso na Avenida Brasil, na altura do Caju, na Zona Portuária da cidade. Ele foi levado para a 19ª DP (Tijuca), onde o caso foi registrado.

De acordo com a polícia, a vítima apresentava sinais de estrangulamento. Equipes da Divisão de Homicídios estiveram no local para fazer perícia e investigar o crime.
Policiais do 6º BPM (Tijuca) chegaram ao local e confirmaram a morte da idosa depois de receberem um chamado pelo telefone 190. O vizinho da vítima teria ouvido barulho no apartamento ao lado e desconfiou que a mulher estaria sendo espancada.
Agressivo e 'perturbado'
Segundo um irmão do suspeito, o companheiro da idosa, de 46 anos, apresentava problemas de comportamento por ser usuário de drogas. “Ele era assim, muito perturbado, por causa das drogas. Infelizmente era meu irmão”, disse.
Moradores, que conheciam a idosa e estavam no local, disseram que o suspeito aparentava ser agressivo, devido à dependência de drogas, e que algumas vezes ouviu queixas da vítima. “Uma vez cheguei a ligar para a polícia porque ela disse que ele queria bater nela e pegar seu dinheiro. Ele se passava por cego para se aproveitar dela”, contou uma amiga, que não quis se identificar. A informação é do Portal G1, DA(RJNEWS)

sábado, 13 de novembro de 2010

(TRAGÉDIA) Passista da Mangueira morre em acidente na BR-040

Rio - Um acidente envolvendo um micro-ônibus e um caminhão na BR-040, próximo à cidade de Santos Dumont, Zona da Mata mineira, deixou, na tarde deste sábado, uma pessoa morta e cinco feridas. A vítima foi identificada como Mariana Oliveira Eloi, 19 anos, passista da escola de samba Estação Primeira de Mangueira.




Segundo informações, o micro-ônibus levava 19 membros da agremiação carioca. O grupo seguia para a cidade de Congonhas, em Minas Gerais, onde faria uma apresentação. Entre os feridos estão três mulheres e dois homens. Quatro tiveram leves escoriações e um teve as costelas fraturadas e será operado.



No momento do acidente, ocorrido por volta de 13h, as pistas da rodovia estavam molhadas e o condutor acabou perdendo o controle da direção, batendo em um caminhão que estava parado no acostamento e já havia sofrido um acidente minutos antes. As vítimas foram levadas para o pronto-socorro de Juiz de Fora e ainda não há informações sobre o estado de saúde dos passageiros.



A assessoria da Mangueira confirmou a morte, mas informou que presidente Ivo Meireles não falaria com a imprensa. Mas tarde, durante uma feijoada em homenagem a Nelson Cavaquinho na quadra da escola, Meireles subiu ao palco e fez uma homenagem à passista.



"Estamos todos muito tristes. Queria um minutinho de silêncio pela morte da passista Mariana, em Belo Horizonte", disse ele ainda no palco e ao lado da cantora Alcione. Com informação do "O DIA" DA (RJNEWS)

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

(O CASO DO GOLEIRO BRUNO) Podem ir Júri popular os acusados no caso Eliza Samudio

Contagem (Minas Gerais) - A juíza Marixa Fabiane Lopes terminou, no Fórum de Contagem, por volta das 18h50 desta sexta-feira, os trabalhos da audiência de instrução do julgamento de nove réus sobre o desaparecimento da ex-amante do goleiro Bruno, Eliza Samudio. Ela afirmou que vai conferir se todas as cartas precatórias que expediu foram cumpridas. Em seguida, o Ministério Público (MP) e os advogados de defesa farão suas alegações finais e a juíza irá pronunciar sua sentença. Os réus podem ir a júri popular.As cartas precatórias foram expedidas para que testemunhas que moram em outras localidades pudessem ser ouvidas. Se todos os depoimentos estiverem anexados ao processo, a juíza abrirá vistas ao MP e advogados de defesa.


A juíza Marixa Fabiane e o promotor Gustavo Fantini durante a audiência no tribunal de Contagem
Foto: Ney Rubens / Portal Terra
A partir daí, o MP terá cinco dias para apresentar as suas alegações finais. Após esse período, será a vez dos advogados de defesa terem cinco dias para apresentarem as suas alegações finais. Em seguida, a juíza dará sua sentença.

Ontem, a juíza Marixa Fabiane Lopes ouviu o depoimento de Bruno. O atleta disse que Eliza o procurou no dia 8 de junho, quando teria pedido a ele que ficasse com o filho por sete dias, pois ela teria que ir para São Paulo pagar algumas despesas com os R$ 30 mil recebidos dele em acordo feito para que ela não fizesse "escândalo" na imprensa. Segundo Bruno, Eliza foi embora do sítio em Minas do dia 10 de junho, sendo levada por Macarrão para um ponto de táxi. Depois, segundo ele, não soube mais da mulher. Macarrão se negou a responder as perguntas da juíza.

Fernanda confessa mentira

Fernanda Gomes Castro, amante do goleiro Bruno Fernandes de Souza, disse no início de sua fala na audiência no Fórum de Contagem (MG) que mentiu no depoimento que prestou à polícia na fase de inquérito do caso do desaparecimento e morte de Eliza Samudio, ex-amante do atleta. "Em primeiro lugar, eu queria pedir perdão à senhora (juíza), ao promotor de Justiça, À Justiça de Minas Gerais e à minha família porque eu omiti com a verdade quando disse que não tinha visto a Eliza", disse.
Fernanda afirmou que, na noite do dia 4 de junho, sexta-feira, recebeu uma ligação do amigo de Bruno Luiz Henrique Romão, o Macarrão, pedindo que ela fosse com urgência para a casa de Bruno no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. Fernanda contou que estava com seu filho em casa e que, em seguida, foi sozinha para o local em seu carro. Ao chegar à portaria do condomínio, ela já tinha autorização para entrar sem ser parada. Ao encontrar com Macarrão, ele teria contado a ela de uma briga que aconteceu entre o primo de Bruno J., 17 anos, e Eliza dentro do carro depois que a dupla a buscou em um hotel no Rio. Macarrão disse que o adolescente teria ficado nervoso com algo que Eliza teria dito sobre Bruno e por isso a agrediu.
Até esse momento dos acontecimentos, Fernanda disse que não sabia que a mulher da qual eles falavam era Eliza. Segundo ela, Macarrão e J. se referiam à Eliza como uma mulher que tinha um suposto filho de Brunio.
Macarrão teria então relatado à Fernanda que a mulher estava no segundo andar da casa, com dores de cabeça devido à agressão de J. O assessor do goleiro disse que havia se encontrado Eliza para negociar uma pensão. Fernanda disse ter encontrado o primo adolescente de Bruno com o filho de Eliza no colo e que o bebê chorava muito. Ainda segundo ela, a criança se acalmou após ela lhe dar mamadeira.
A amante do atleta disse ainda que passou a noite na casa, no quarto de Bruno, onde dormiu com o bebê. Segundo ela, Eliza ficou no segundo andar e as duas não se viram até o dia seguinte. Neste dia, Bruno tava concentrado com o Flamengo para um jogo no dia seguinte. Apenas no sábado, segundo Fernanda, ela teve o primeiro contato com Eliza na casa.
A polícia mineira apura ainda se ela foi a Minas Gerais junto com o grupo. Fernanda foi indiciada por homicídio, sequestro, cárcere privado, ocultação de cadáver, formação de quadrilha e corrupção de menores. Foi presa em 5 de agosto na casa dos pais de Macarrão em Ribeirão das Neves (MG).

Bola presta depoimento

Na manhã desta sexta-feira, no depoimento que presta à Juíza Marixa Fabiane Lopes, no Tribunal do Júri de Contagem (MG), o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, faz graves denúncias contra o delegado Edson Moreira, a quem acusa de tê-lo torturado psicologicamente. Bola, que se recusa a responder as perguntas da juíza, diz que Moreira teria ameaçado de morte a família dele por pelo menos duas vezes. "A toda hora ele me ameaçava dizendo que queria pelo menos a perna da moça porque a carreira dele estava em jogo", disse Bola.
O ex-policial afirma que o alvo das ameaças era principalmente uma filha dele que mora em São Paulo. "Ele (Moreira) chegou no meu rosto e falou que não tinha medo de mim. Perguntou há quantos meses eu não via minha filha. Eu respondi quatro. Ele perguntou: "Você já pensou ver sua filha retalhada igual o que você fez com Eliza Samudio?". A informação é do "O DIA", DA (RJNEWS)

(O CASO DO GOLEIRO BRUNO) Ex-segurança diz ao "Jornal O Dia" que Bruno nunca reclamou de falta de dinheiro

Atleta admite ter levado Eliza para Minas, ao contrário do que havia afirmado, jura inocência do crime e defende Macarrão


Contagem (Minas Gerais) - Depois de se negar a prestar depoimento à polícia por diversas vezes, o goleiro Bruno Fernandes das Dores Souza contou ontem, pela primeira vez, ao longo de quase 11 horas de audiência, a sua versão para o desaparecimento de Eliza Samudio. À juíza Marixa Fabiane Rodrigues, do Tribunal do Júri de Contagem (MG), o atleta jurou inocência, admitiu ter mentido sobre seu último encontro com a ex-amante, afirmou ter dado R$ 30 mil para que ela pudesse “resolver um problema em São Paulo” e se emocionou ao defender o amigo Luiz Ferreira Romão, o Macarrão, também acusado do crime.


A gravidez de Elisa
“Confio no Macarrão. É meu irmão. Confio mais hoje do que antes. Estamos vivenciando o sofrimento de cada um. Nas adversidades é que vemos quem são as pessoas”, afirmou ele, após assistir ao vídeo gravado pela Polícia Civil mineira dentro de um avião, quando foi levado preso para Minas. Na gravação, Bruno disse estar surpreso com o amigo e admitiu que não confiava mais nele.

O jogador confessou que levou Eliza para seu sítio, em Esmeraldas (MG), em junho. Questionado pela juíza, o goleiro tentou explicar por que mentiu durante uma entrevista coletiva após um treino do Flamengo, em 2 de junho.

“Na imprensa, disse que não via Eliza havia três meses. Era helicóptero e 500 câmeras em mim. Não estava tranquilo. Fiquei com medo. Falei sem pensar. Depois, fui para casa e pensei: ‘Por que não falei a verdade?’”, confessou.

Sentado de frente para a juíza e para o promotor Gustavo Fantini, Bruno disse que, no sítio, a ex-amante teria pedido para que ele ficasse com a criança por sete dias. Depois, ela viria buscá-lo. Eliza teria viajado com o goleiro para receber R$ 30 mil — antes queria R$ 50 mil —, para pagar dívidas em São Paulo. O atleta disse que aceitou dar o dinheiro para evitar um escândalo.

No depoimento, o goleiro afirmou ter visto a jovem pela última vez às 20h de 10 de junho, quando ela teria sido levada por Macarrão e pelo primo, J., 17 anos, até um ponto de taxi próximo. Logo no início da audiência, Bruno admitiu que sabia que Eliza havia sido agredida pelo adolescente, no dia 5 de junho, quando ela era levada de um hotel na Barra da Tijuca para a casa do jogador.
No fim, o goleiro se disse inocente: “Não pedi a ninguém para matar essa senhora. Não planejei nem orquestrei matar Eliza”.
Para defender amigo, acusações contra ex-segurança

Para reafirmar a importância de Macarrão em sua vida, Bruno disse que foi o fiel escudeiro quem colocou ordem em suas finanças. O goleiro acusou seu ex-segurança Marcelo Soares Silva, que o acompanhou durante quatro anos, de desviar parte do dinheiro que deveria ser entregue a Eliza Samudio.
“Talvez a desconfiança de Eliza fosse porque eu repassava tudo por outra pessoa, o Marcelo. Às vezes ficava combinado de eu mandar R$ 3 mil e ele só mandava R$ 1,5 mil”, contou.
Bruno disse que Marcelo tinha acesso a contas e usava cheques em branco já assinados por ele. “Financeiramente, estava na cara que as pessoas estavam me roubando. A ponto de um cara que ganhava R$ 100 mil não ter dinheiro nem para botar gasolina”.
A O DIA, Marcelo afirmou que fazia saques e depósitos sempre na presença da ex-mulher do jogador, Dayanne, que listava as despesas. “Na minha época, a gente depositava R$ 20 mil para Dayanne e as meninas. Macarrão passou a dar R$ 6 mil e, se sobrasse alguma coisa no outro mês, ele só completava. Bruno só fez três depósitos de R$ 1 mil para Eliza, antes da agressão. Durante quatro anos, ele trocou de carro quatro vezes e nunca reclamou de falta de dinheiro”, disse ele, que guarda canhotos e comprovantes bancários.                                                                                                                                    Eliza queria R$ 50 mil
Na audiência, Bruno revelou que Eliza lhe pediu R$ 50 mil para pagar dívidas, mas que conseguiu chegar a um acordo e lhe entregou R$ 30 mil em 8 de junho. “À tarde passei o dinheiro para ela. Eram R$ 30 mil em notas de R$ 50 e R$ 100. Mas ela pediu para ficar mais um dia no sítio e perguntou: “Tem problema eu ficar mais um dia aqui no sítio?”. Falei que não. Ela disse também que teria de ir a São Paulo para arcar com algumas despesas. Por isso, pegou esse valor alto comigo, esses R$ 30 mil. Ela queria R$ 50 mil, mas chegamos a um acordo”.

Ameaça de escândalo

De acordo com a versão de Bruno, Eliza ameaçou fazer escândalo e procurar a imprensa se ele não lhe desse o dinheiro que pedira. “Ela falou que queria R$ 50 mil. Macarrão disse que tinha R$ 30 mil. Poucas pessoas sabem, sem querer falar mal de ninguém, mas ela tinha muitas dívidas”. Em seguida, o goleiro explicou por que a jovem seguiu com ele para Minas Gerais. “O dinheiro estava em Belo Horizonte. Falei: ‘Fica no Rio, deposito o dinheiro e fica tudo certo’. Ela disse que não confiava em mim . E ela decidiu viajar conosco para pegar o dinheiro aqui (Minas). Ela iria pegar o dinheiro e iria embora”, afirmou.

Agressões no carro

Segundo Bruno,no dia em que foi levada pelo primo J. e Macarrão, houve uma discussão dentro do carro. O adolescente teria se irritado com a jovem e a agredido. Depois, de acordo com o jogador, ela foi levada para a casa dele, no Recreio. “Conversei com ela numa boa. Macarrão explicou que ela iria fazer escândalo. Ela falou mal de mim e houve agressão de ambas as partes. Agressão física entre eles (Eliza e o menor). Macarrão quase bateu o carro e teve que separar a briga. Ela foi agredida e teve até sangue dela no meu carro. Nem sabia. Só soube depois”.

Na viagem, policial na carona

Para tentar provar sua inocência, Bruno assegurou que, durante a viagem do Rio para Minas, em 5 de junho, quando Eliza foi levada para seu sítio, deu carona a um policial rodoviário federal. “No último pedágio, um policial nos pediu carona e o levei até Juiz de Fora. Quem está sequestrando alguém não dá carona pra nenhuma pessoa, nem para policial. Pode pegar as câmeras que vocês vão ver”. Naquele dia, antes de seguir para o sítio, o goleiro parou em motel em Contagem. Segundo as investigações, além de Eliza e do bebê, também foram para o motel, o menor J, Macarrão e a ex-namorada Fernanda Gomes de Castro.

Ex-segurança acusado
No depoimento, Bruno acusou o ex-segurança Marcelo Soares Silva — que acompanhou o atleta por quatro anos e é padrinho da filha caçula do jogador — de desvio de dinheiro destinado a Eliza. “Eliza não tinha motivo nenhum para desconfiar de mim. Toda vez que combinava alguma coisa, eu cumpria. Talvez não tenha confiado em mim porque o Macarrão passou a morar comigo, mas tudo o que eu repassava era por outra pessoa, o Marcelo, que trabalhava para mim. Talvez a desconfiança dela fosse por isso. Às vezes, ficava combinado de eu mandar R$ 3 mil e ele só mandava R$ 1,5 mil”, afirmou o ex-goleiro do Flamengo.

Entrega do bebê a Bruno

O goleiro contou que, quando Eliza disse que precisava ir a São Paulo, perguntou se o filho poderia ficar com ele por uma semana. Bruno concordou, mas suspeitou que a ex-amante estivesse sofrendo alguma ameaça. “Ela me disse que estava se sentindo bem no sítio e me perguntou se eu ficaria com ele (Bruninho) sete dias. Perguntei se ela precisava de alguma coisa, se estava correndo risco de vida. Mas eu disse tudo bem e fiquei com a criança por sete dias. Ela falou: ‘Eu volto’. Então, por sete dias fiquei com a criança. Depois, falei com a Dayanne que não teria condições de ficar com a criança. Expliquei para a Dayanne, que ficou desconfiada”, disse Bruno, acrescentando que Eliza afirmou: “É um caso que tenho que resolver”.

Eliza vai embora de táxi

Segundo a versão de Bruno, Macarrão e J. deixaram Eliza em um ponto de táxi no caminho entre o sítio de Esmeraldas e a casa de sua mãe, em Ribeirão das Neves, por volta das 20h do dia 10 de junho. Depois daquele dia, a ex-amante do goleiro desapareceu. As investigações da Polícia Civil mineira, no entanto, desmentem o relato do goleiro. O rastreamento das antenas de telefones celulares indicaram que Macarrão teria levado a jovem ao encontro do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola ou Neném, que teria matado a moça em sua casa, em Vespasiano, para depois dar sumiço ao corpo.

Papo à beira da piscina

No depoimento, Bruno relatou uma conversa com Eliza, que teria acontecido em 7 de junho à beira da piscina de seu sítio. “Ficamos conversando sobre o dia a dia, sobre a gravidez dela, que eu não acompanhei. Disse que tinha sido muito difícil, confusões do passado, o que ela falou na televisão. Esclarecemos muitas coisas. Debaixo de um pinheiro, numa mesa de vidro, fiquei brincando com o Bruninho. Criei uma paixão enorme por criança. Meu sonho era ter um filho, um menino. Então, era tudo normal”, relatou.

Amigo com ciúme de noiva

O jogador afirmou que, desde que Luiz Henrique Romão, o Macarrão, foi morar com ele, em janeiro, tinha que administrar o ciúme que o amigo tinha da noiva do goleiro, a dentista Ingrid Oliveira. Segundo Bruno, a relação entre Macarrão e a jovem era harmoniosa e feliz, mas, às vezes, ficava meio dividido quando os dois tinham opiniões divergentes. Já o menor J. não tinha ciúmes e acatava todas as ordens dadas a ele. “A vida na casa era boa, vivíamos harmoniosamente. Mas às vezes ela falava alguma coisa com a qual o Macarrão não concordava e eu tinha que administrar os ciúmes dele”.
Macarrão administrador

Segundo o atleta, sua vida financeira era um caos até Macarrão ir morar com ele. Bruno disse que estava sendo roubado antes de o amigo passar a administrar suas contas . “Financeiramente, estava na cara que as pessoas estavam me roubando. A ponto de um cara que ganhava R$ 100 mil não ter dinheiro nem para botar gasolina no carro. Então falei: ‘Parou!’. Afastei o Marcelo. Ele tinha minhas contas, acesso a tudo. Deixava tudo nas mão dele, para cuidar da minha família, da minha mãe. Tinha contas, aluguel, tudo para pagar. Assinava cheques em branco. A partir do momento em que o Macarrão foi morar comigo, em janeiro, minha vida começou a andar”. As informações são do O DIA, DA (RJNEWS)