sexta-feira, 12 de novembro de 2010

(O CASO DO GOLEIRO BRUNO) Podem ir Júri popular os acusados no caso Eliza Samudio

Contagem (Minas Gerais) - A juíza Marixa Fabiane Lopes terminou, no Fórum de Contagem, por volta das 18h50 desta sexta-feira, os trabalhos da audiência de instrução do julgamento de nove réus sobre o desaparecimento da ex-amante do goleiro Bruno, Eliza Samudio. Ela afirmou que vai conferir se todas as cartas precatórias que expediu foram cumpridas. Em seguida, o Ministério Público (MP) e os advogados de defesa farão suas alegações finais e a juíza irá pronunciar sua sentença. Os réus podem ir a júri popular.As cartas precatórias foram expedidas para que testemunhas que moram em outras localidades pudessem ser ouvidas. Se todos os depoimentos estiverem anexados ao processo, a juíza abrirá vistas ao MP e advogados de defesa.


A juíza Marixa Fabiane e o promotor Gustavo Fantini durante a audiência no tribunal de Contagem
Foto: Ney Rubens / Portal Terra
A partir daí, o MP terá cinco dias para apresentar as suas alegações finais. Após esse período, será a vez dos advogados de defesa terem cinco dias para apresentarem as suas alegações finais. Em seguida, a juíza dará sua sentença.

Ontem, a juíza Marixa Fabiane Lopes ouviu o depoimento de Bruno. O atleta disse que Eliza o procurou no dia 8 de junho, quando teria pedido a ele que ficasse com o filho por sete dias, pois ela teria que ir para São Paulo pagar algumas despesas com os R$ 30 mil recebidos dele em acordo feito para que ela não fizesse "escândalo" na imprensa. Segundo Bruno, Eliza foi embora do sítio em Minas do dia 10 de junho, sendo levada por Macarrão para um ponto de táxi. Depois, segundo ele, não soube mais da mulher. Macarrão se negou a responder as perguntas da juíza.

Fernanda confessa mentira

Fernanda Gomes Castro, amante do goleiro Bruno Fernandes de Souza, disse no início de sua fala na audiência no Fórum de Contagem (MG) que mentiu no depoimento que prestou à polícia na fase de inquérito do caso do desaparecimento e morte de Eliza Samudio, ex-amante do atleta. "Em primeiro lugar, eu queria pedir perdão à senhora (juíza), ao promotor de Justiça, À Justiça de Minas Gerais e à minha família porque eu omiti com a verdade quando disse que não tinha visto a Eliza", disse.
Fernanda afirmou que, na noite do dia 4 de junho, sexta-feira, recebeu uma ligação do amigo de Bruno Luiz Henrique Romão, o Macarrão, pedindo que ela fosse com urgência para a casa de Bruno no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. Fernanda contou que estava com seu filho em casa e que, em seguida, foi sozinha para o local em seu carro. Ao chegar à portaria do condomínio, ela já tinha autorização para entrar sem ser parada. Ao encontrar com Macarrão, ele teria contado a ela de uma briga que aconteceu entre o primo de Bruno J., 17 anos, e Eliza dentro do carro depois que a dupla a buscou em um hotel no Rio. Macarrão disse que o adolescente teria ficado nervoso com algo que Eliza teria dito sobre Bruno e por isso a agrediu.
Até esse momento dos acontecimentos, Fernanda disse que não sabia que a mulher da qual eles falavam era Eliza. Segundo ela, Macarrão e J. se referiam à Eliza como uma mulher que tinha um suposto filho de Brunio.
Macarrão teria então relatado à Fernanda que a mulher estava no segundo andar da casa, com dores de cabeça devido à agressão de J. O assessor do goleiro disse que havia se encontrado Eliza para negociar uma pensão. Fernanda disse ter encontrado o primo adolescente de Bruno com o filho de Eliza no colo e que o bebê chorava muito. Ainda segundo ela, a criança se acalmou após ela lhe dar mamadeira.
A amante do atleta disse ainda que passou a noite na casa, no quarto de Bruno, onde dormiu com o bebê. Segundo ela, Eliza ficou no segundo andar e as duas não se viram até o dia seguinte. Neste dia, Bruno tava concentrado com o Flamengo para um jogo no dia seguinte. Apenas no sábado, segundo Fernanda, ela teve o primeiro contato com Eliza na casa.
A polícia mineira apura ainda se ela foi a Minas Gerais junto com o grupo. Fernanda foi indiciada por homicídio, sequestro, cárcere privado, ocultação de cadáver, formação de quadrilha e corrupção de menores. Foi presa em 5 de agosto na casa dos pais de Macarrão em Ribeirão das Neves (MG).

Bola presta depoimento

Na manhã desta sexta-feira, no depoimento que presta à Juíza Marixa Fabiane Lopes, no Tribunal do Júri de Contagem (MG), o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, faz graves denúncias contra o delegado Edson Moreira, a quem acusa de tê-lo torturado psicologicamente. Bola, que se recusa a responder as perguntas da juíza, diz que Moreira teria ameaçado de morte a família dele por pelo menos duas vezes. "A toda hora ele me ameaçava dizendo que queria pelo menos a perna da moça porque a carreira dele estava em jogo", disse Bola.
O ex-policial afirma que o alvo das ameaças era principalmente uma filha dele que mora em São Paulo. "Ele (Moreira) chegou no meu rosto e falou que não tinha medo de mim. Perguntou há quantos meses eu não via minha filha. Eu respondi quatro. Ele perguntou: "Você já pensou ver sua filha retalhada igual o que você fez com Eliza Samudio?". A informação é do "O DIA", DA (RJNEWS)

(O CASO DO GOLEIRO BRUNO) Ex-segurança diz ao "Jornal O Dia" que Bruno nunca reclamou de falta de dinheiro

Atleta admite ter levado Eliza para Minas, ao contrário do que havia afirmado, jura inocência do crime e defende Macarrão


Contagem (Minas Gerais) - Depois de se negar a prestar depoimento à polícia por diversas vezes, o goleiro Bruno Fernandes das Dores Souza contou ontem, pela primeira vez, ao longo de quase 11 horas de audiência, a sua versão para o desaparecimento de Eliza Samudio. À juíza Marixa Fabiane Rodrigues, do Tribunal do Júri de Contagem (MG), o atleta jurou inocência, admitiu ter mentido sobre seu último encontro com a ex-amante, afirmou ter dado R$ 30 mil para que ela pudesse “resolver um problema em São Paulo” e se emocionou ao defender o amigo Luiz Ferreira Romão, o Macarrão, também acusado do crime.


A gravidez de Elisa
“Confio no Macarrão. É meu irmão. Confio mais hoje do que antes. Estamos vivenciando o sofrimento de cada um. Nas adversidades é que vemos quem são as pessoas”, afirmou ele, após assistir ao vídeo gravado pela Polícia Civil mineira dentro de um avião, quando foi levado preso para Minas. Na gravação, Bruno disse estar surpreso com o amigo e admitiu que não confiava mais nele.

O jogador confessou que levou Eliza para seu sítio, em Esmeraldas (MG), em junho. Questionado pela juíza, o goleiro tentou explicar por que mentiu durante uma entrevista coletiva após um treino do Flamengo, em 2 de junho.

“Na imprensa, disse que não via Eliza havia três meses. Era helicóptero e 500 câmeras em mim. Não estava tranquilo. Fiquei com medo. Falei sem pensar. Depois, fui para casa e pensei: ‘Por que não falei a verdade?’”, confessou.

Sentado de frente para a juíza e para o promotor Gustavo Fantini, Bruno disse que, no sítio, a ex-amante teria pedido para que ele ficasse com a criança por sete dias. Depois, ela viria buscá-lo. Eliza teria viajado com o goleiro para receber R$ 30 mil — antes queria R$ 50 mil —, para pagar dívidas em São Paulo. O atleta disse que aceitou dar o dinheiro para evitar um escândalo.

No depoimento, o goleiro afirmou ter visto a jovem pela última vez às 20h de 10 de junho, quando ela teria sido levada por Macarrão e pelo primo, J., 17 anos, até um ponto de taxi próximo. Logo no início da audiência, Bruno admitiu que sabia que Eliza havia sido agredida pelo adolescente, no dia 5 de junho, quando ela era levada de um hotel na Barra da Tijuca para a casa do jogador.
No fim, o goleiro se disse inocente: “Não pedi a ninguém para matar essa senhora. Não planejei nem orquestrei matar Eliza”.
Para defender amigo, acusações contra ex-segurança

Para reafirmar a importância de Macarrão em sua vida, Bruno disse que foi o fiel escudeiro quem colocou ordem em suas finanças. O goleiro acusou seu ex-segurança Marcelo Soares Silva, que o acompanhou durante quatro anos, de desviar parte do dinheiro que deveria ser entregue a Eliza Samudio.
“Talvez a desconfiança de Eliza fosse porque eu repassava tudo por outra pessoa, o Marcelo. Às vezes ficava combinado de eu mandar R$ 3 mil e ele só mandava R$ 1,5 mil”, contou.
Bruno disse que Marcelo tinha acesso a contas e usava cheques em branco já assinados por ele. “Financeiramente, estava na cara que as pessoas estavam me roubando. A ponto de um cara que ganhava R$ 100 mil não ter dinheiro nem para botar gasolina”.
A O DIA, Marcelo afirmou que fazia saques e depósitos sempre na presença da ex-mulher do jogador, Dayanne, que listava as despesas. “Na minha época, a gente depositava R$ 20 mil para Dayanne e as meninas. Macarrão passou a dar R$ 6 mil e, se sobrasse alguma coisa no outro mês, ele só completava. Bruno só fez três depósitos de R$ 1 mil para Eliza, antes da agressão. Durante quatro anos, ele trocou de carro quatro vezes e nunca reclamou de falta de dinheiro”, disse ele, que guarda canhotos e comprovantes bancários.                                                                                                                                    Eliza queria R$ 50 mil
Na audiência, Bruno revelou que Eliza lhe pediu R$ 50 mil para pagar dívidas, mas que conseguiu chegar a um acordo e lhe entregou R$ 30 mil em 8 de junho. “À tarde passei o dinheiro para ela. Eram R$ 30 mil em notas de R$ 50 e R$ 100. Mas ela pediu para ficar mais um dia no sítio e perguntou: “Tem problema eu ficar mais um dia aqui no sítio?”. Falei que não. Ela disse também que teria de ir a São Paulo para arcar com algumas despesas. Por isso, pegou esse valor alto comigo, esses R$ 30 mil. Ela queria R$ 50 mil, mas chegamos a um acordo”.

Ameaça de escândalo

De acordo com a versão de Bruno, Eliza ameaçou fazer escândalo e procurar a imprensa se ele não lhe desse o dinheiro que pedira. “Ela falou que queria R$ 50 mil. Macarrão disse que tinha R$ 30 mil. Poucas pessoas sabem, sem querer falar mal de ninguém, mas ela tinha muitas dívidas”. Em seguida, o goleiro explicou por que a jovem seguiu com ele para Minas Gerais. “O dinheiro estava em Belo Horizonte. Falei: ‘Fica no Rio, deposito o dinheiro e fica tudo certo’. Ela disse que não confiava em mim . E ela decidiu viajar conosco para pegar o dinheiro aqui (Minas). Ela iria pegar o dinheiro e iria embora”, afirmou.

Agressões no carro

Segundo Bruno,no dia em que foi levada pelo primo J. e Macarrão, houve uma discussão dentro do carro. O adolescente teria se irritado com a jovem e a agredido. Depois, de acordo com o jogador, ela foi levada para a casa dele, no Recreio. “Conversei com ela numa boa. Macarrão explicou que ela iria fazer escândalo. Ela falou mal de mim e houve agressão de ambas as partes. Agressão física entre eles (Eliza e o menor). Macarrão quase bateu o carro e teve que separar a briga. Ela foi agredida e teve até sangue dela no meu carro. Nem sabia. Só soube depois”.

Na viagem, policial na carona

Para tentar provar sua inocência, Bruno assegurou que, durante a viagem do Rio para Minas, em 5 de junho, quando Eliza foi levada para seu sítio, deu carona a um policial rodoviário federal. “No último pedágio, um policial nos pediu carona e o levei até Juiz de Fora. Quem está sequestrando alguém não dá carona pra nenhuma pessoa, nem para policial. Pode pegar as câmeras que vocês vão ver”. Naquele dia, antes de seguir para o sítio, o goleiro parou em motel em Contagem. Segundo as investigações, além de Eliza e do bebê, também foram para o motel, o menor J, Macarrão e a ex-namorada Fernanda Gomes de Castro.

Ex-segurança acusado
No depoimento, Bruno acusou o ex-segurança Marcelo Soares Silva — que acompanhou o atleta por quatro anos e é padrinho da filha caçula do jogador — de desvio de dinheiro destinado a Eliza. “Eliza não tinha motivo nenhum para desconfiar de mim. Toda vez que combinava alguma coisa, eu cumpria. Talvez não tenha confiado em mim porque o Macarrão passou a morar comigo, mas tudo o que eu repassava era por outra pessoa, o Marcelo, que trabalhava para mim. Talvez a desconfiança dela fosse por isso. Às vezes, ficava combinado de eu mandar R$ 3 mil e ele só mandava R$ 1,5 mil”, afirmou o ex-goleiro do Flamengo.

Entrega do bebê a Bruno

O goleiro contou que, quando Eliza disse que precisava ir a São Paulo, perguntou se o filho poderia ficar com ele por uma semana. Bruno concordou, mas suspeitou que a ex-amante estivesse sofrendo alguma ameaça. “Ela me disse que estava se sentindo bem no sítio e me perguntou se eu ficaria com ele (Bruninho) sete dias. Perguntei se ela precisava de alguma coisa, se estava correndo risco de vida. Mas eu disse tudo bem e fiquei com a criança por sete dias. Ela falou: ‘Eu volto’. Então, por sete dias fiquei com a criança. Depois, falei com a Dayanne que não teria condições de ficar com a criança. Expliquei para a Dayanne, que ficou desconfiada”, disse Bruno, acrescentando que Eliza afirmou: “É um caso que tenho que resolver”.

Eliza vai embora de táxi

Segundo a versão de Bruno, Macarrão e J. deixaram Eliza em um ponto de táxi no caminho entre o sítio de Esmeraldas e a casa de sua mãe, em Ribeirão das Neves, por volta das 20h do dia 10 de junho. Depois daquele dia, a ex-amante do goleiro desapareceu. As investigações da Polícia Civil mineira, no entanto, desmentem o relato do goleiro. O rastreamento das antenas de telefones celulares indicaram que Macarrão teria levado a jovem ao encontro do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola ou Neném, que teria matado a moça em sua casa, em Vespasiano, para depois dar sumiço ao corpo.

Papo à beira da piscina

No depoimento, Bruno relatou uma conversa com Eliza, que teria acontecido em 7 de junho à beira da piscina de seu sítio. “Ficamos conversando sobre o dia a dia, sobre a gravidez dela, que eu não acompanhei. Disse que tinha sido muito difícil, confusões do passado, o que ela falou na televisão. Esclarecemos muitas coisas. Debaixo de um pinheiro, numa mesa de vidro, fiquei brincando com o Bruninho. Criei uma paixão enorme por criança. Meu sonho era ter um filho, um menino. Então, era tudo normal”, relatou.

Amigo com ciúme de noiva

O jogador afirmou que, desde que Luiz Henrique Romão, o Macarrão, foi morar com ele, em janeiro, tinha que administrar o ciúme que o amigo tinha da noiva do goleiro, a dentista Ingrid Oliveira. Segundo Bruno, a relação entre Macarrão e a jovem era harmoniosa e feliz, mas, às vezes, ficava meio dividido quando os dois tinham opiniões divergentes. Já o menor J. não tinha ciúmes e acatava todas as ordens dadas a ele. “A vida na casa era boa, vivíamos harmoniosamente. Mas às vezes ela falava alguma coisa com a qual o Macarrão não concordava e eu tinha que administrar os ciúmes dele”.
Macarrão administrador

Segundo o atleta, sua vida financeira era um caos até Macarrão ir morar com ele. Bruno disse que estava sendo roubado antes de o amigo passar a administrar suas contas . “Financeiramente, estava na cara que as pessoas estavam me roubando. A ponto de um cara que ganhava R$ 100 mil não ter dinheiro nem para botar gasolina no carro. Então falei: ‘Parou!’. Afastei o Marcelo. Ele tinha minhas contas, acesso a tudo. Deixava tudo nas mão dele, para cuidar da minha família, da minha mãe. Tinha contas, aluguel, tudo para pagar. Assinava cheques em branco. A partir do momento em que o Macarrão foi morar comigo, em janeiro, minha vida começou a andar”. As informações são do O DIA, DA (RJNEWS)

domingo, 3 de outubro de 2010

(ELEIÇÕES 2010) "VIOLÊNCIA URBANA" Juiz e família são vìtimas de tiros em blitz no Rio

Magistrado pensou que era uma armadilha montada por criminosos e policiais atiraram contra o veículo
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RIO DE JANEIRO - Nem em época de eleições a violência urbana no Rio da um tempo!                                                                                                                       AG. ESTADO - O juiz trabalhista Marcelo Alexandrino da Costa Santos, de 39 anos, o filho dele, Diego Lopes, 11, e sua enteada, Natália Lucas Cuker, 8, foram baleados, por volta das 19h45 de sábado, 2, após o magistrado federal tentar fugir de uma blitz que era realizada no final da Estrada Grajaú - Jacarepaguá por policiais civis da 41ª Delegacia, do Tanque, zona oeste do Rio.

Ao volante de um Kia Cerato vermelho, Marcelo, que atua na 4ª Vara do Trabalho de Duque de Caxias (RJ), ao ver três homens vestidos de preto e armados com fuzis, pensou que se tratava de uma falsa blitz montada por criminosos e resolveu parar e voltar na contramão, momento em que os policiais, segundo testemunhas, atiraram contra o veículo.

Mesmo baleado no peito, Marcelo conseguiu dirigir por quase 300 metros até o Hospital Cardoso Fontes, onde ainda bateu o carro contra um muro.

Após ser atendido no local, o juiz foi transferido para o Hospital Pasteur, no Meier. Também atingidos no tórax, Diego teve perfurados um dos pulmões, o diafragma e o fígado e Natália ficou com a bala alojada na barriga.

O estado do menino é grave, mas estável. Também estavam no veículo Sanny Lucas, 28 anos, esposa do juiz, e a mãe dela, Arlete Castro Aragão, de 53 anos, que sofreu um corte na boca.
A reportagem do estadão.com.br não conseguiu contato com a Polícia Civil do Rio, que teria outra versão para explicar o ocorrido. Os policiais teriam afirmado que atiraram contra ocupantes de um Honda Civic preto que abriram fogo em direção às viaturas ao se aproximarem da blitz, sinalizada com cones. No tiroteio, o veículo do juiz foi atingido por vários tiros, todos de fuzil. As informações são da Ag. Estado

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

(BOPE NO PONTO MAIS ALTO) PM montanhista finca bandeira do BOPE em Pisco

O major PM dentista Henry Pinheiro coloca a bandeira do "BOPE" nas alturas
O major PM dentista Henry Pinheiro de 46 anos viveu um desafio nas alturas. Representante da Corporação na prática do montanhismo, ele quebrou mais um recorde ao chegar até o topo da montanha Pisco, no Peru, no último dia 26 de julho. Foram 13 dias de preparo, mas valeu a pena. Ele quebrou o próprio recorde. Pisco fica em Huaraz, na Cordilheira Blanca e é a maior montanha daquele país, com 5.752 metros acima do nível do mar. A altitude e o frio que chegava a 5ºC foram condições adversas que o montanhista encontrou na região. O peso da mochila com o equipamento de escalada e as caminhadas extensas foram compensadas pela beleza da paisagem. A equipe - deslumbrada - comemorou o objetivo alcançado, quando a temperatura era de aproximadamente -10º C. Há 14 anos na PMERJ, o oficial fincou a bandeira do Bope e da Educação Física no topo de Pisco e ofereceu a vitória à Corporação. A persistência e paciência para se alcançar um objetivo é a mensagem que o major Henry espera passar para sociedade e às gerações futuras. Ele atualmente trabalha no Hospital de Niterói e revela que conheceu o esporte através de sua prima que o levou para praticar montanhismo e caminhadas. O primeiro desafio foi o Pico da Bandeira, na divisa de Minas Gerais com Espírito Santo. Com 25 anos dedicados ao esporte, seu próximo desafio será o Aconcágua, montanha que mede 6.962 metros, localizada na Argentina, na divisa com o ChileA promessa que ele pretende cumprir no ano que vem e colocar a bandeira da Polícia Militar do Rio de Janeiro nas alturas.  DA (RJNEWS)

sábado, 21 de agosto de 2010

(GUERRA URBANA) "RIO DE JANEIRO O IRAQUE É AQUI" Um intenso tiroteio em São Conrado deixa um morto e quatro feridos

"Parecia cena de cinema"                                                                                                              Diacordo com ouvinte de uma Rádio local, este tiroteio foi entre um "BONDE" carro com marginais que saíam de uma comunidade da localidade, que deram de frente com uma viatura policial da PM.    Morador grava na hora do intenso tiroteio veja:                                                                                                                                  Uma mulher morreu e quatro pessoas ficaram feridas - entre elas, dois policiais militares - depois de um intenso tiroteio na manhã deste sábado nas ruas de São Conrado, nas proximidades da Favela da Rocinha, na Zona Sul da cidade. A troca de tiros teve início por volta das 8h30m e teria começado depois que policiais interceptaram um 'bonde' de traficantes. Na fuga, bandidos invadiram o hotel Intercontinental, nas proximidades da favela e fizeram cerca de 40 funcionários reféns na cozinha do estabelecimento. Policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) está no local e faz a negociação para libertação dos trabalhadores. Os hóspedes estão sendo retirados pela polícia, que cerca o local.
HOTEL INTERCONTINENTAL DO RIO DE JANEIRO

A mulher, ainda não identificada, foi morta por bala perdida em frente ao número 611 da Avenida Aquarela do Brasil. Policiais tiveram que quebrar porta de vidro de uma agência de carros, no final da rua, para se proteger da intensa troca de tiros. A equipe só saiu do local agora há pouco, com a chegada do "caveirão" da Polícia Militar. Dois policiais e dois moradores foram baleados e estão internados no Hospital Miguel Couto, na Gávea, mas nenhum dos casos inspira maiores cuidados. Um PM teria levado um tiro no braço e o outro, um na mão. Entre os civis, há um caso de tiro de raspão na cabeça e outro com perfuração no braço.



Na fuga, um grupo de bandidos invadiu com uma van o Hotel Intercontinental, na Avenida Niemayer, nas proximidades da Rocinha. Policiais seguiram para o local e fazem negociação com os bandidos para libertação de cerca de 40 funcionários reféns. Há informações de que alguns hóspedes também estão sob o poder de traficantes, dentro do estabalecimento. Policais fazem buscas no interior do hotel e também nas proximidades em busca dos bandidos. Com informação do (ODIA), DA (RJNEWS)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

(TRÁFICO DE DROGAS) BPTur apreende material suspeito em bagagem na rodoviária

Policiais militares do Batalhão de Polícia em Áreas Turísticas (BPTur) apreenderam na manhã desta sexta-feira (13/08), 8 tabletes de erva aparentando ser maconha, na Rodoviária Novo Rio.                                           A droga foi encontrada durante revista em uma mala dentro de um ônibus, vindo de Araçatuba, São Paulo. A bagagem estava em nome de Gilson Alves de Siqueira, porém ele não foi localizado. A ocorrência será registrada na 4ª DP. DA (RJNEWS)

(TREM X ÔNIBUS) Seguem internadas no RJ ,três vítimas do acidente com trem e ônibus em Nova Iguaçu

Diacordo com informações do G1: Um homem sofreu traumatismo craniano e não tem previsão de alta.
Outros feridos já foram liberados de hospitais.                                                                                                                                   Dos 20 feridos no acidente entre um ônibus e um trem de carga ocorrido na noite de quinta-feira (12) na Baixada Fluminense, três permanecem internados em dois hospitais do município de Nova Iguaçu.

EDERSON E CARLOS HENRIQUE FREITAS ESTAVAM ENTRE OS FERIDOS DO ÔNIBUS/FOTO DO G1
De acordo com o Hospital da Posse, as duas pessoas que seguem na unidade sofreram traumas abdominais, foram operadas e se recuperam.

Já o Hospital de Saracuruna, em Duque de Caxias informou que uma vítima de 23 anos teve traumatismo craniano e várias fraturas. O estado de saúde é regular e não tem previsão de alta.

O acidente aconteceu por volta das 19h, numa passagem de nível na Estrada Luiz Lemos, no bairro Miguel Couto. Segundo o tenente-coronel Evandro Bezerra, comandante do Corpo de Bombeiros de Nova Iguaçu, o ônibus tombou após ser atingido pelo trem na parte traseira, e rodou mais de quatro vezes no chão antes de parar. Cerca de 20 pessoas ficaram feridas. As outras vítimas foram liberadas após atendimento médico.A assessoria da MRS Logística explicou que o local do acidente não tem sinalização sonora, somente placas de advertência que, segundo a empresa, são visíveis e estão em bom estado de conservação. E disse ainda que carros e ônibus são obrigados a respeitar a passagem dos trens. Segundo a empresa, o trem KCR 1122 tem 26 vagões, e saiu de Minas Gerais em direção ao porto do Rio. Ele transportava cimento, ferro e aço.Segundo testemunhas, a colisão poderia ter sido evitado pelo motorista. Os irmãos Ederson de Freitas, de 28 anos, e Carlos Henrique, de 30, que ficaram feridos na colisão, contaram que o condutor estava “distraído” quando houve o choque.“

O ônibus chegou a parar antes da linha férrea para deixar alguns passageiros no ponto, em seguida ele deu partida. Eu estava na parte de trás e um passageiro alertou o motorista sobre o trem, mas ele não percebeu porque estava conversando com outro passageiro”, contou Ederson.

As primeiras informações são de que o motorista não teria visto a aproximação do trem de carga, apesar da sinalização visual que há no local. O que ocorreu foi que o ônibus foi abalroado pelo trem e a consequência foi esse número de feridos, mas felizmente não houve nenhum óbito”, explicou o comandante.
O Corpo de Bombeiros e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), que também estiveram no local do acidente, afirmaram que ainda não há informações sobre as causas do acidente. Os agentes colheram informações e tiraram fotografias. O laudo, de acordo com os peritos, deve ficar pronto em 30 dias, e depois será encaminhado para a Polícia Civil. Com informação do G1, DA (RJNEWS)

domingo, 1 de agosto de 2010

(VIOLÊNCIA URBAN) PMs do BPRv libertam duas pessoas de um sequestro-relâmpago na Avenida Brasil

Viatura da BPRV
Policiais militares do BPRv (Batalhão de Polícia Rodoviária) em patrulhamento de rotina neste domingo (01/08) na Avenida Brasil, conseguiram resgatar duas pessoas de um sequestro-relâmpago.                                                                      Os PMs estavam realizando policiamento quando viram quatro homens numa Kombi na pista lateral de descida no acesso a Ilha do Governador. Os bandidos fugiram em direção ao Parque União, deixando para trás o motorista da kombi e um passageiro que estavam sendo mantidos reféns. Os policiais apreenderam um fuzil 7.62 importado. Ocorrência 21° DP. DA (RJNEWS)

VIOLÊNCIA NO TRANSITO) Motorista que matar no transito, pode ter pena mais dura

Coordenador do Detran  Flávio Horta/Foto do O DIA
Rio - Quem põe vidas em risco nas ruas vai enfrentar penalidades mais duras. Essa é a aposta do Detran-RJ ao sugerir novas regras de trânsito ao Congresso Nacional. Hoje, a punição administrativa para o motoqueiro sem capacete — 1 ano sem dirigir — é mais rígida que a de quem mata ao volante.                                                                                                             Se não ficar provado que Rafael Bussamra, 25 anos — que atropelou e matou Rafael Mascarenhas, 18, filho da atriz Cissa Guimarães —, conduzia em alta velocidade ou batia ‘pega’, ele só terá que refazer exames exigidos na primeira habilitação e assistir a aulas de reciclagem. Se a lei mudar, acidentes com morte poderão custar a suspensão do direito de dirigir por até 5 anos, sem depender de ação judicial.



Atualmente, em casos de acidentes graves, o direito de dirigir só é suspenso nas situações já citadas se o motorista estiver alcoolizado ou em outras seis hipóteses. De 11.414 acidentes graves avaliados pelo Detran-RJ desde 2001, só 1.597 (ou 13,9%) foram punidos.



Coordenador da Comissão de Julgamento do Detran-RJ, Flavio Horta, que apresentou a proposta de mudança no Código de Trânsito Brasileiro, tem apoio unânime dos Detrans do País. A proposta tramita em comissões no Congresso, sem data para ser votada.



Ao lado dos filhos Thomaz e João Velho, e com o neto José no colo, filho do primeiro, Cissa Guimarães esteve ontem num teatro em Ipanema, Zona Sul do Rio. Após a estreia da peça infantil ‘Joaquim e as Estrelas’, protagonizada por João — que vive um menino fascinado por estrelas —, a atriz afirmou:



“A peça me emocionou muito. Tenho um filho no palco que é uma estrela, e agora também tenho mais uma estrela no céu”, disse a atriz, referindo-se a Rafael Mascarenhas.



5 minutos com: Flávio Horta, coordenador do Detran



"O infrator não leva a pena a sério"Motoristas que ultrapassam o limite de pontos por infrações e continuam nas ruas não são raros. Ao contrário, é difícil encontrar no mar de 100 mil habilitados do estado quem tenha tido o direito de dirigir cassado por infrações frequentes ou por ter sido flagrado ao volante apesar da suspensão. Recursos e o poder limitado do Detran para agir permitem que condutores imprudentes sigam ao volante.



1. As sanções para motoristas previstas hoje no Código de Trânsito Brasileiro são suficientes para reprimir conduta perigosa?



—Não. O Detran-RJ aposta na possibilidade de aumentar a punição. Mas isso precisa ser feito por lei, em Brasília. Nós nos reunimos com outros Detrans do País e levamos propostas, que foram aprovadas por unanimidade. Nossa principal luta é ter chance de instaurar processo administrativo quando há acidente grave e poder cassar ou suspender a carteira. O máximo que fazemos hoje é exigir que os exames sejam refeitos.



2. Como tornar as punições do Código mais eficazes?



—Hoje o Detran investe muito em educação, mas uma parte dos motoristas ainda resiste. Para essa parcela, é preciso ter penas que desestimulem infrações. Hoje o motorista não leva a sério. Não entrega a habilitação e continua a rodar. Uma pessoa de moto sem capacete pode ter a carteira suspensa por até um ano. Mas quem se envolve em acidente com morte não passa por processo porque o Código de Trânsito não prevê. Acho que o ideal seria ter suspensão do direito de dirigir por até dois anos e que a cassação valesse por cinco anos.



3. Seria suficiente para condutores pensarem duas vezes antes de colocar outras pessoas em risco?



—Não dá para imaginarmos o que vai passar pela cabeça do motorista. Mas, na medida em que um ou outro caso ganha repercussão e o condutor é punido, funciona como exemplo. É parecido com dirigir depois de beber. O motorista sempre soube que não podia, mas, com a fiscalização mais apertada, ele tem receio de se dar mal.



4. Como funcionaria a punição para quem se envolve em acidente?



—Hoje existe uma Comissão Cidadã, com participantes da sociedade civil e do Conselho Estadual de Trânsito (Cetran), que analisa os casos de acidentes e recomenda a punição. O pior castigo atualmente é refazer todos os exames para tirar a habilitação e frequentar aulas de reciclagem. A proposta é que a comissão possa indicar que o condutor seja suspenso. Desde 2001, a Comissão já avaliou 11.414 casos, e 1.597 motoristas foram punidos.



5. Todo acidente grave passa pela Comissão Cidadã?



—Pelo menos seis mil casos não vão à frente por falta de informações. Quando sabemos de casos pela imprensa ou denúncia, mandamos ofício à delegacia da região pedindo informações, mas nem sempre somos atendidos e os processos acabam sendo arquivados. Com informação do O DIA, DA (RJNEWS)

terça-feira, 13 de julho de 2010

(CRIME HEDIONDO)" CASO DO GOLEIRO BRUNO" Amante loura esteve com Bruno nos primeiros dias de sequestro

Identificada como Fernanda, jovem teria ajudado o goleiro a deixar a mansão no Recreio e ido com ele até o sítio na cidade de Esmeraldas                                                                                                                                                                                           Rio e Belo Horizonte - A Polícia Civil de Minas Gerais já sabe que a amante do goleiro Bruno Souza, do Flamengo, uma loura identificada como Fernanda Gomes de Castro, 32 anos, esteve na mansão do jogador, no Recreio dos Bandeirantes, exatamente nos primeiros dias do sequestro da estudante Eliza Samudio e de seu filho, Bruninho, de 5 meses. Os registros de visita do condomínio revelam que a moça entrou com seu Gol vermelho duas vezes, nos dias 4 e 5 de junho, mas não há dados das saídas do carro.                                                                                                                                                    O documento corrobora o último depoimento do menor J., 17 anos, prestado à DH mineira no prédio da 2ª Vara da Infância e da Juventude do Rio. O primo de Bruno afirmou que buscou Eliza na porta do Hotel Transamérica, na Barra da Tijuca, e a levou ao encontro de Fernanda, numa casa no Recreio, ao lado de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão.Na noite do dia 4, Bruno se concentrava para o jogo Flamengo x Goiás, que aconteceu no dia seguinte. As investigações indicam que, depois da partida no Maracanã, Fernanda seguiu para Minas com o goleiro no BMW X5 preto, que ele pegou emprestado numa concessionária da Barra. O dono da agência prestou depoimento em Belo Horizonte, sexta-feira, e apresentou o carro. Ele contou que cedeu o veículo a Bruno, cliente antigo da loja, sob a alegação de que faria um test-drive no fim de semana. De fato, o carro foi devolvido no dia 7, só que por Macarrão. O BMW foi periciado, mas nada foi encontrado.

Ajuda para deixar casa no Recreio

Outros depoimentos prestados indicam que Fernanda foi para Minas. Segundo disse ontem Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, a loura acompanhou o goleiro em um jogo do 100% Futebol Clube, time amador patrocinado por Bruno, no dia 6, em Ribeirão das Neves. Na noite do mesmo dia e no dia 7, eles teriam sido vistos no sítio. A polícia tenta entender como Fernanda estava lá ao mesmo tempo que Dayanne Souza, esposa de Bruno, como o menor J. relatou.

Também foi no carro de Fernanda que o jogador deixou a mansão onde mora no Recreio, logo após J. ser apreendido por agentes da DH do Rio, no dia 6. Ao tentar cumprir o mandado de prisão contra Bruno, os policiais estiveram na casa dela, em Santa Cruz, porque sabiam que os dois estavam juntos. Fernanda só se separou do goleiro pouco antes de ele se apresentar no fim daquela tarde.
Namorados há cerca de quatro meses, a loura e o ex-capitão rubro negro estavam cada vez mais próximos. A jovem passava mais tempo na casa dele do que em seu apartamento. Desempregada, vivendo da pensão do ex-marido, Fernanda muitas vezes também levava o filho de 13 anos para passar os fins de semana na casa do goleiro.
“Eles não precisavam assumir o namoro porque quem via sabia que era uma relação de namorados. Fernanda estava sempre na casa dele e passou a emprestar o carro para ele fugir do foco e conseguir sair para treinar tranquilo. Fernanda já foi para Minas conhecer a família dele e ficou com Bruno até ele se apresentar. O advogado, doutor (Ércio) Quaresma, já orientou a Fernanda e disse para ela ficar tranquila porque não tem nenhum mandado de prisão”, contou o amigo Fábio Lima, que apresentou o casal.
Fernanda e Bruno se conheceram no bar Rock Bola, em Santa Cruz. De início, trocaram telefones, mas logo passaram a sair. Dono da casa, o empresário Luiz Azambuja disse que o jogador frequentava a boate com amigos e Fernanda. “Ele esteve na casa umas três vezes. A última faz uns 40 dias. A sua presença era boa para o estabelecimento, mas agora não é mais porque ele não tem mais uma boa imagem”, afirmou Azambuja.
Eliza está desaparecida desde o dia 4 de junho, quando teria saído do Rio de Janeiro para Minas Gerais a convite de Bruno. No ano passado, a estudante paranaense já havia procurado a polícia para dizer que estava grávida do goleiro e que ele a teria agredido para que ela tomasse remédios abortivos para interromper a gravidez. Após o nascimento da criança, Eliza acionou a Justiça para provar a suposta paternidade de Bruno.
No dia 24 de junho, a polícia recebeu denúncias anônimas dizendo que Eliza teria sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. Durante a investigação, testemunhas confirmaram à polícia que viram Eliza, o filho e Bruno na propriedade. Na noite do dia 25 de junho, a polícia foi ao local e recebeu a informação de que o bebê apontado como filho do atleta, de 4 meses, estaria lá. No dia seguinte, O DIA noticiou, com exclusividade, o caso. Com equipes de reportagem no local, O DIA ONLINE acompanhou a investigação da história, minuto a minuto, a partir do dia 26 de junho.
A atual mulher do goleiro, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, negou a presença da criança na propriedade. No entanto, durante o depoimento dos funcionários do sítio, um dos amigos de Bruno afirmou que ela havia entregado o menino na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves, onde foi encontrado. Por ter mentido à polícia, Dayanne Souza foi presa, mas logo conseguiu a liberdade. O goleiro e a mulher negam as acusações de que estariam envolvidos no desaparecimento de Eliza e alegam que ela abandonou a criança.
Na quarta-feira 7 de julho, a Justiça decretou prisão preventiva do goleiro Bruno, o amigo Macarrão, o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos - conhecido como "Neném", "Bola" ou "Paulista", sua mulher Dayanne e mais quatro envolvidos no crime. A polícia apreendeu ainda um menor, de 17 anos, primo de Bruno, que teria participado da trama. No dia seguinte, 8 de junho, a mãe de Eliza Samudio ganhou a guarda provisório do bebê, agora com 5 meses. No dia seguinte, Bruno, Macarrão e Neném foram convocados a prestar depoimento mas se negaram. Segundo seus advogados, os acusados só falarão em juízo.



Com informação do (O DIA), DA (RJNEWS)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

(CRIME HEDIONDO)" CASO DO GOLEIRO BRUNO" ‘Estou vendo a Eliza a toda hora na minha frente’, dizia menor do caso Bruno


Tio diz que rapaz estava impressionado com o crime e não parava de se lembrar da ex do goleiro Bruno, que teria sido morta em Minas                                                                                                                                                                                                               O adolescente de 17 anos testemunha-chave do caso Bruno disse a parentes no fim de semana que estava “vendo” Eliza Samudio em sua frente a todo momento, contou ao iG o motorista de ônibus J.C., tio do menor de idade.




Muito impressionado e nervoso com o crime testemunhado e no qual teria participação, o rapaz estava assombrado pela lembrança desses momentos quando foi à casa do tio, sábado, dois dias antes de falar à polícia.



“Estou vendo a Eliza a toda hora na minha frente!’”, disse o rapaz ao tio, como contou o motorista ao iG.

O adolescente disse em depoimento à Divisão de Homicídios do Rio ter participado do seqüestro e suposta morte de Eliza Samudio. Sua versão foi fundamental para o pedido de prisão de Bruno e de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão.

O tio do adolescente afirmou que falou à polícia e revelou onde estava o rapaz para não deixá-lo responder sozinho pelo crime. O rapaz contou à família o que tinha acontecido e dormiu na casa do tio na noite de sábado. No domingo, segundo J.C., recebeu uma ligação e foi chamado para a casa de Bruno, onde dormiu e foi apreendido pela polícia na terça-feira. Com informações do (IG), DA (RJNEWS)

terça-feira, 6 de julho de 2010

(O CASO DO GOLEIRO BRUNO) Eliza está morta, diz jovem detido pela polícia

Rapaz, que seria primo de Bruno, estava na casa do goleiro                                                                                                                                         A jovem teve um caso extraconjugal com o atleta rubro-negro e está desaparecida há cerca de um mês.


O coordenador de investigação da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio, identificado apenas como Guimarães, disse nesta terça-feira que o menor de idade apreendido na casa do goleiro Bruno, do Flamengo, confirmou que Eliza Samudio, de 25 anos, está realmente morta.

O menor de idade, que segundo a polícia é primo de Bruno, foi apreendido no início da tarde desta terça-feira após uma denúncia feita pela Rádio Tupi. Segundo a reportagem da emissora, um motorista de ônibus informou que o filho de uma de suas sobrinhas, um adolescente de 17 anos, teria participado do possível assassinato de Eliza.
Em depoimento à Divisão de Homicídios, o jovem confessou que participou com Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão, do sequestro da ex-amante de Bruno. Eles foram ao hotel na Barra da Tijuca, onde Eliza estava hospedada, e a levaram junto com o filho de quatro meses, suposto fruto do relacionamento com o goleiro, para o sítio do atleta, em Minas Gerais.
Segundo o relato do rapaz apreendido, durante o trajeto, ele teria dado uma coronhada em Eliza com uma pistola de Macarrão. A mulher teria desmaiado, mas não faleceu com o golpe. A causa da morte, no entanto, ainda não foi esclarecida. O jovem não confirmou a informação divulgada pela Rádio Tupi de que Bruno teria dado R$ 3 mil a um homem identificado como Cleiton para que ele entregasse o corpo de Eliza a um traficante, que por sua vez sumiria com o cadáver.

Para a polícia, a história relatada confere com a apuração feita pela Polícia Civil de Minas Gerais, embora o menor de idade pareça mentir em alguns momentos. “Ele confirmou o sequestro e disse que não estava em cárcere privado na casa de Bruno”, informou Guimarães, completando que a polícia do Rio está em contato direto com a polícia de Minas Gerais.

Matéria do (IG), DA (RJNEWS)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

(RIO ELEIÇÔES 2010) Garotinho consegue na Justiça direito de concorrer à eleição

Decisão suspende temporariamente sentença do TRE. Ex-governador vai homologar hoje candidatura à sucessão estadual. Na coligação, são candidatos ao Senado Pastor Manoel Ferreira (PR) e ex-pagodeiro Waguinho (PTdoB)



Rio - O ministro Marcelo Ribeiro, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu na noite desta terça-feira liminar ao ex-governador Anthony Garotinho (PR), suspendendo a sentença que o tornou inelegível por três anos, por abuso de poder nas eleições de 2008, para a Prefeitura de Campos. Com a decisão, Garotinho poderá homologar nesta quarta-feira sua candidatura ao governo do estado, na convenção do PR, que será realizada na sede da legenda, no Centro do Rio.




A liminar do ministro foi concedida no final da noite desta terça. Advogados de Garotinho entraram com pedido de reconsideração de decisão anterior de Ribeiro, que havia rejeitado recurso do ex-governador contra a sentença do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que o havia tornado inelegível. O ministro considerou que, como havia “controvérsia jurídica” na decisão do TRE, a liminar deveria ser concedida para permitir a candidatura de Garotinho, até o julgamento final pelo TSE.



Além da candidatura de Garotinho a governador, o PR também homologa nesta quart-feira a aliança com o PTdoB e os nomes do Pastor Manoel Ferreira (PR) e do ex-pagodeiro e atual cantor gospel, Waguinho (PTdoB), para o Senado e as chapas de deputado estadual e federal.



Segundo o secretário-geral do PR, Adroaldo Peixoto, o PRB, do senador Marcelo Crivella, também pode integrar a aliança. Neste caso, Manoel Ferreira deixaria de concorrer ao Senado, abrindo vaga para Crivella que disputa a reeleição. Ferreira seria então candidato a vice-governador ou se dedicaria à coordenação entre os evangélicos da campanha a presidente da ex-ministra Dilma Rousseff (PT).



Advogados de Garotinho estavam correndo contra o tempo. Esta quarta é o último dia para os partidos realizarem convenções para homologar candidatos. Os pedidos de registro têm de ser encaminhados à Justiça Eleitoral até o dia 5.



Clarissa disputa vaga para a Alerj



Apontada como herdeira política do casal Garotinho, a vereadora Clarissa Garotinho (PR) vai concorrer a deputado estadual. “Ela será a puxadora de votos do partido para a Assembleia Legislativa”, explica o secretário-geral do PR, Adroaldo Peixoto.



Clarissa vinha resistindo à candidatura porque gostaria de continuar na Câmara do Rio, para a qual foi eleita em 2008 com 42.062 votos. O risco de perder o mandato porém, devido a processo de infidelidade partidária proposto por um suplente de vereador do PMDB, fez com que ela aceitasse a disputa. O caso deve ser julgado pelo TRE ainda este ano. Eleita pelo PMDB, Clarissa deixou o partido em setembro de 2009, alegando perseguição da cúpula partidária, após a saída de seu pai da legenda.
POR RICARDO VILLA VERDE (O DIA) , DA (RJNEWS)

(O CASO DO GOLEIRO BRUNO) Mulher de Bruno: ‘O bebê é fruto da traição do meu marido'

Rio e Contagem (MG) - Acusada de subtração de incapaz por supostamente esconder o bebê que seria filho de Bruno com a ex-amante dele, Eliza Samudio, a mulher do goleiro do Flamengo, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, 23 anos, falou ontem pela primeira vez sobre o caso que a manteve presa por oito horas. Em entrevista a O DIA, ela reforçou a versão de que Eliza abandonou o filho de 4 meses e disse que cuidou dele por dois dias com a mesma atenção que dedica às filhas, de 1 e 4 anos, do casamento com o atleta. Indagada sobre como a criança chegou ao sítio e o que aconteceu com Eliza, ela foi taxativa: “Só quando o Bruno chegar em Minas para esclarecer isso tudo”.



Dayanne diz que não fala com o goleiro desde a confusão
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Dayanne no dia em que prestou depoimento à polícia: investigação aponta que houve contradições
Foto: André Mourão / Agência O Dia.Dayanne tentou demonstrar carinho ao falar sobre o menino, criticando duramente Eliza pelo suposto abandono. Ela contou que passou alguns dias no Rio e voltou para o sítio dia 23 de junho com as filhas. Segundo ela, Bruninho já estava na casa. Dayanne disse ainda que não fala com o marido “desde que tudo aconteceu” e não soube explicar como o bebê foi levado para Minas Gerais.



Em depoimento à Delegacia de Homicídios de Contagem (MG), porém, ela foi contraditória. Primeiro, negou que tivesse tido qualquer contato com a criança. Na madrugada em que Dayanne passou na DH, um advogado de nome Campelo, que dizia representar Bruno, ligou para a delegada Alessandra Wilke alegando que ninguém sabia do bebê.



Mas Dayanne admitiu que tirou o neném do sítio por ordem de um amigo de Bruno, identificado como Luiz Henrique, o Macarrão, que a avisou sobre a ida da polícia ao local. À polícia, contou que entregou o bebê a Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, e a um homem identificado como Flávio, na BR-040. A criança foi achada em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.



“SÓ O BRUNO PODE EXPLICAR O QUE ACONTECEU”



1. As investigações mostram que Eliza e o bebê seguiram para Minas Gerais no início do mês. Como o menino chegou ao sítio? Bruno quis que você cuidasse dele?



— Cheguei ao sítio no dia 23 para organizar festa surpresa de aniversário para a minha mãe, e o bebê estava lá. Nunca vi a Eliza, só sei que ela abandonou o bebê. Ela deixou o menino com o pai. Acredito que meu marido não sabia da intenção dela de deixar a criança e desaparecer. Não sei o que passou pela cabeça dela e nem onde ela está. Só quando Bruno chegar em Minas para esclarecer tudo isso.



2. Eliza tentava provar na Justiça que Bruninho é filho de seu marido, o goleiro Bruno. O que você sentiu quando viu o bebê?



— Sou mãe de duas meninas e me deparei com um bebê abandonado. Não ia jogar ele na rua jamais, até porque nunca abandonaria minhas filhas! Minha intenção era cuidar do bebê. Ele é fruto da traição do meu marido, mas não pediu para nascer! Ele não tem nada a ver com esta situação, com o relacionamento entre meu marido e a moça.



3. Por que você tirou o bebê do sítio, ao ser avisada por Macarrão de que a polícia iria lá na sexta-feira? E por que deixou Bruninho com um conhecido, à beira da estrada, antes de ele ser abandonado?



— Fui dada como morta na manhã de sexta-feira, e ele (Macarrão) ligou simplesmente para me dizer que a delegada viria ao sítio para me ver. Só que tive que ir à casa da minha mãe e não tinha com quem deixar minhas filhas e o bebê. Acabamos nos desencontrando (ela e a polícia). Não sei o que leva uma mãe a abandonar seu filho, mas eu cuidei dele da mesma forma como cuido das minhas filhas, por isso, levei o bebê comigo. À noite, quando fui à delegacia, deixei o menino com outro amigo, para não envolver minha mãe em nada disso.



4. Quando Bruno vai depor? Como tem sido o relacionamento de vocês?



— Não falo com ele desde que tudo aconteceu. Nem pelo telefone. Estou em Minas, mas fora de casa, porque os policiais estão realizando buscas no sítio. Também não sei quando ele vem depor. E só ele vai poder explicar. Só quero que ela apareça para pegar o bebê de volta e resolver tudo isso.



DAYANNE RODRIGUES DO CARMO SOUZA, mulher do goleiro Bruno, do Flamengo



Vizinhos não veem jogador há dias



Sem ser visto pelos vizinhos há alguns dias, o goleiro Bruno Souza passou o dia de ontem mais uma vez longe do condomínio onde mora, no Nova Barra, no Recreio dos Bandeirantes. O DIA fotografou sua casa, que está fechada e sem nenhum de seus veículos estacionados na porta.



Durante todo o dia, a movimentação foi intensa na guarita, onde dois seguranças se revezam em esquema de plantão de 12 horas. Como há 145 casas no condomínio, o entra e sai de moradores é constante. “É assim todo dia. Esse movimento é normal”, constatou um dos guardas.



Como vários carros de imprensa estão estacionados antes da cancela, os vizinhos do goleiro costumam parar e perguntar o que está havendo. “Estão todos aqui por causa do Bruno, do Flamengo. Ele mora aqui”, explicou o segurança a uma moradora. “Sério? Nossa, como sou desligada, nem sabia”, espantou-se a moça.



Reportagem de Leslie Leitão e Paula Sarapu
(O DIA) , DA (RJNEWS)

domingo, 27 de junho de 2010

(JOGADOR SOB SUSPEITA) Polícia diz que Bruno é suspeito de crime

Segundo delegada, goleiro do Flamengo estaria envolvido na agressão e morte de Eliza Samudio, com quem tem um filho. Mulher do jogador chegou a ser presa ontem em Minas


POR LESLIE LEITÃO



Contagem (Minas Gerais) - As investigações da Delegacia de Homicídios (DH) de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, indicam que a estudante Eliza Samudio, 25 anos — mãe de um menino de quatro meses, fruto de um conturbado relacionamento com o goleiro Bruno, do Flamengo — já esteja morta há cerca de 20 dias. Pelo menos esta é a opinião da delegada reponsável pelo caso, Alessandra Wilke. A jovem, que está desaparecida desde o último dia 5, teria sido espancada e morta por três homens dentro do sítio do próprio jogador, na região de Esmeraldas, próximo à capital mineira. O jogador Bruno seria um dos agressores. Ele deve depor na próxima semana.



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Bebê de 4 meses, que seria filho do goleiro Bruno, é levado para o Conselho Tutelar em Minas Gerais
Foto: André Mourão / Agência O Dia

Desde quinta-feira, as divisões de Homicídios do Rio de Janeiro e de Minas Gerais procuravam Eliza e seu filho Bruno. O menino foi encontrado na madrugada de ontem, após uma peregrinação por endereços em três municípios mineiros. A esposa do goleiro, Dayanne Rodrigues do Carmo Sousa, 23 anos, chegou a ser presa em flagrante pelo crime de subtração de incapaz. Horas depois, o juiz de plantão do Fórum de Contagem lhe concedeu a liberdade provisória. A criança foi levada para o Abrigo Lar Efatá até que o pai de Eliza, Luiz Carlos, que vive em Foz do Iguaçu, no Paraná, chegue.



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A delegada informou que, na quinta-feira recebeu uma denúncia de que a moça havia sido levada para o sítio, onde teria sido violentamente agredida por Bruno e outros dois amigos. E que, depois, o próprio Bruno teria queimado roupas e a bolsa dela. “A intenção era acabar com tudo dela, para não sobrar nenhum vestígio. A denúncia dizia que o bebê também estaria no sítio, em poder dos caseiros. Agora, achamos a criança, mas Eliza não. Vamos continuar nossas diligências mas, infelizmente, tudo indica que a moça esteja morta”, disse a delegada.



“O caso de seu desaparecimento está causando enorme repercussão e ela até agora não apareceu. Nenhuma das pessoas que tinha contato com Eliza sabe onde ela está. Então, nosso objetivo agora é tentar localizar esse corpo”, disse Alessandra Wilke.



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‘A intenção era acabar com tudo dela (Eliza) para não sobrar nenhum vestígio. Infelizmente, tudo indica que a moça esteja morta’
Foto: André Mourão / Agência O Dia

A prisão da mulher de Bruno, com quem o goleiro tem duas filhas, de quatro e dois anos, já reforçava essas suspeitas da polícia. Na manhã de sexta-feira, agentes estiveram no sítio e avistaram a criança. No fim da tarde, por volta das 16h30, quando voltaram ao local, os agentes já não encontraram mais o bebê. A Polícia Civil mineira levou o caseiro José Roberto Machado, sua esposa, e o administrador do sítio, Elenílson Vítor da Silva, à delegacia. Os três prestaram depoimento.



Inicialmente, Vítor negou a existência da criança. Mas depois admitiu que ela havia sido levada para o local por Luiz Henrique Macarrão, amigo de infância do goleiro, no dia 7 de junho, dois dias depois do desaparecimento de Eliza.



A delegada descobriu, através dos mesmos depoimentos, que o filho de Eliza, registrado como Bruno, já havia recebido outro nome: Rian. “O Vítor disse que o Macarrão, quando chegou com a criança, disse que era para cuidarmos dela, que era filho do Bruno, até que o Bruno decidisse o que fazer", diz Alessandra Wilke.



O DIA revelou o sumiço de Eliza e do filho de 4 meses com exclusividade



Na edição de ontem, O DIA noticiou, com exclusividade, o desaparecimento de Eliza Silva Samudio e de seu filho, Bruno. O repórter Leslie Leitão revelou que policiais das divisões de Homicídios de Minas Gerais e do Rio estavam à procura da jovem e do bebê.



Ontem, o repórter Leslie Leitão e o fotógrafo André Mourão viajaram de madrugada para Minas Gerais. Novamente com exclusividade, a equipe registrou o depoimento da mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, sua prisão por subtração de incapaz e a liberação graças à concessão pela Justiça da liberdade provisória .



A equipe de reportagem de O DIA também esteve no sítio em Contagem onde, de acordo com a polícia, Eliza foi violentamente agredida por três homens. Um deles seria Bruno.
 Com informação do O DIA, DA (RJNEWS)

(TORTURA CONTRA CRIANÇA) Casal é acusado de torturar os próprios filhos no Leblon

Rio - A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu neste sábado um casal de moradores da Cruzada São Sebastião, no Leblon, na Zona Sul, acusado de torturar os próprios filhos - um menino de 8 anos e uma garota de 5 anos. Com fotos das agressões, a avó das crianças denunciou os pais ao Conselho Tutelar.



Ao juiz, o menino confirmou a denúncia e disse que era agredido. A irmã caçula afirmou o mesmo e apontou a mãe e principalmente o pai como os responsáveis pelas agressões. De acordo com o Conselho Tutelar, um dos filhos disse que os pais o colocaram de castigo, de cabeça para baixo, no banheiro, com pimenta na boca. O órgão pedirá à Justiça a destituição do poder familiar dos pais para que os irmãos fiquem definitivamente com a avó. O casal responderá por tortura.



Na última quinta-feira, a Polícia Civil fez uma operação na Cruzada São Sebastião para cumprir 27 mandados de prisão. A operação acabou 16 suspeitos presos por envolvimento com tráfico de drogas, além do casal que morava no mesmo local e é acusado de tortura. Com informações do O Dia, DA (RJNEWS)

domingo, 20 de junho de 2010

(VIOLÊNCIA URBANA) Fotógrafo da TV GLOBO e encontrado morto com tiro de fuzil

Segundo testemunhas, Márcio de Souza teria sido atingido por tiros de fuzil




Policiais militares do 4º BPM (São Cristóvão) encontraram no início da tarde deste domingo (19) o corpo de um homem na esquina das ruas Almério de Moura e General Padilha, no bairro de São Cristóvão, zona norte do Rio de Janeiro. De acordo com a PM, a vítima foi identificada como Márcio Alexandre de Souza, de 36 anos. Márcio era fotógrafo e trabalhava na TV Globo.



Segundo testemunhas, o corpo aparentava ter sido atingido por disparos de fuzil. A informação, no entanto, só será confirmada após uma avaliação de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). O caso vai ser investigado pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil, onde a ocorrência foi registrada.  Com informações do US, DA (RJNEWS)

terça-feira, 15 de junho de 2010

(AÇÃO POLICIAL) PMs de Bangu prende “Reizinho do Borel”

Policiais militares do 14º BPM (Bangu) realizaram operação conjunta com a 33ª DP e com o blindado na Comunidade de Vila Kennedy. A operação foi desencadeada para apurar informações de disque denúncia sobre o paradeiro de traficantes do Borel.                                                                                                                                                         Ao entrar na Rua R houve breve confronto e um menor conhecido como Reizinho do Borel foi detido. Ele estava se refugiando na casa de parentes depois da implantação da UPP da Tijuca. Com ele foi apreendido 58 trouxinhas de maconha. O caso foi registrado pela 33ª DP. Com informações da PMERJ, DA (RJNEWS)

(VIOLÊNCIA URBANA) Mulher de coronel da Aeronáutica fica ferida em tentativa de roubo de carro na Ilha do Governador

Bando fez outro motorista refém em arrastão no Jardim Guanabara. Vítima foi abandonada em Ramos e carro recuperado em favela na Penha

Rio- Criminosos armados promoveram um arrastão e levaram pânico a motoristas na Ilha do Governador, na noite desta segunda-feira. A primeira vítima dos criminosos foi a mulher de um coronel de Aeronáutica, de 49 anos. Ela ficou ferida por estilhaços de vidro, após o bando fazer disparos contra o seu carro, uma caminhonete, durante uma tentativa de roubo, na Rua Quirino dos Santos, no Jardim Guanabara. A mulher, que não teve o carro roubado, sofreu ferimentos leves e foi socorrida por moradores da região.



Em outra ação criminosa, o bando roubou um Honda Civic, levando o motorista refém. Policiais do 17º BPM (Ilha do Governador) foram acionados e realizaram buscas pela região. A vitima foi abandonada em Ramos, às margens da Avenida Brasil, na Zona Norte. O carro foi abandonado em uma favela do Complexo do Alemão, na Penha. Os dois casos foram registrados na 37ª DP (Ilha do Governador).



No início da manhã desta terça-feira, Dalton Luiz Vieira Santana, de 20 anos, foi preso por policiais do 17º BPM, na Praia da Bica, na Ilha do Governador. Ele é suspeito de ter participado do arrastão. O acusado estava em um Palio Weekend, roubado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e portava uma pistola 9 milímetros, com mira laser, e um carregador alongado. Dalton é filho de um sargento da Marinha.



Testemunhas não o reconheceram como participante do arrastão, mas garantiram que o carro em que Dalton foi preso, o Palio Weekend, havia sido usado pelos bandidos. Dalton vai responder por receptação de carro roubado e porte ilegal de armas. Com informações do O DIA, DA (RJNEWS)

domingo, 13 de junho de 2010

(CASO INUSITADO) Polícia dá voz de prisão a noivos após 'sim' no Rio

Uma festa de casamento realizada em Magé, no Grande Rio, terminou de maneira inusitada, ontem. Os noivos, padrinhos e convidados - entre eles Juçara Ferreira Campos, mãe do ator Vinícius de Oliveira, de Central do Brasil - foram presos, por suspeita de estelionato. Eles são acusados de integrar uma quadrilha que fraudava cartões de crédito e já havia dado golpes no valor de R$ 5 milhões.








Cento e cinquenta policiais civis de oito delegacias especializadas cercaram o sítio em que se realizava a festa. Eles esperaram a noiva, Rayza de Souza Gomes, chegar (com duas horas de atraso), para dar início à operação. A voz de prisão foi dada logo depois do "sim" dos noivos. Rayza e Maxwell da Costa Silva tiravam fotos à beira da piscina, quando foram presos.





A polícia decidiu iniciar a operação "Não tem preço" na festa de casamento porque seria a chance de cumprir vários mandados de prisão no mesmo local. Além dos noivos, foram detidos três convidados e os padrinhos do casal. "Não houve reação. Houve um silêncio, que durou algum tempo. Mas o buffet continuou a servir os convidados e o bolo chegou a ser cortado. A noiva já tinha jogado o buquê. Só houve um princípio de tumulto quando começamos a apreender a cerveja", disse o delegado Fernando Vila Pouca, da Delegacia de Atendimento ao Turista (Deat), que coordenou a operação.





Vila Pouca explicou que tudo foi pago com o dinheiro dos golpes - incluindo a lua de mel em Penedo (Região Serrana), e R$ 17 mil em bebidas. Rayza foi para a delegacia ainda de vestido de noiva - tirou apenas o véu.





A Deat investigava o golpe havia quatro meses, porque a quadrilha comprava passagens aéreas e pacotes turísticos com cartões desviados. Sete funcionários dos Correios vendiam cada cartão por R$ 200. A quadrilha, a partir de dados cadastrais da Receita Federal, obtidos ilegalmente, conseguia desbloquear os cartões, e pedia adicionais, nos nomes dos integrantes do bando. "Muitas vezes eles compravam com os seus documentos originais. Mas também há muitas identidades falsas com os nomes dos titulares dos cartões", disse Vila Pouca. O grupo comprava televisores, computadores, laptops, aparelhos de ar-condicionado e revendia os equipamentos por 40% do valor da loja.





Entre os convidados presos acusados de atuarem como compradores está Juçara, que deixou a favela em que morava depois que o filho Vinícius de Oliveira ficou famoso ao interpretar o menino Josué. A família passou a morar num apartamento pago pela Videofilmes. Ela ganharia 20% do valor recebido pelo produto vendido. Wagner Campos de Oliveira, irmão de Vinícius e filho de Juçara, também está preso por estelionato e é acusado de participar do golpe. Dos 26 mandados de prisão, 19 já foram cumpridos.  DA(Ag. Estado)